Irão acusa EUA de pôr em perigo navegação no Estreito de Ormuz
Presidente do Parlamento iraniano afirmou que Washington não poderá aguentar a situação durante muito tempo, ao contrário do Irão.
Presidente do Parlamento iraniano afirmou que Washington não poderá aguentar a situação durante muito tempo, ao contrário do Irão.
Ataques atingiram aeroportos, radares e sistemas de navegação.
Kaja Kallas frisou que, durante a reunião, os ministros "foram claros na ideia de que a liberdade de navegação não é negociável".
O presidente francês, Emmanuel Macron, liderou um apelo conjunto durante uma cimeira em Paris sobre segurança marítima, que reuniu cerca de 50 países, esta semana. Os participantes defenderam a reabertura total do Estreito de Ormuz, para garantir a liberdade total de navegação.
Presidente francês também já tinha anunciado a realização de um encontro, em breve, "com países dispostos a contribuir" para "uma missão multinacional pacífica com o objetivo de restaurar a liberdade de navegação" no estreito de Ormuz.
O ministro dos Negócios Estrangeiros destacou a importância da "liberdade de navegação".
Ministro dos Negócios Estrangeiros do Japão"exortou o Irão a participar sinceramente nos esforços diplomáticos"
Omã mediou as negociações nucleares indiretas entre Teerão e Washington que foram interrompidas com os ataques israelo-americanos em 28 de fevereiro.
O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, concordaram que os aliados devem unir-se para restaurar a navegação no Estreito de Ormuz quando as circunstâncias o permitirem.
A questão da navegação de navios japoneses pelo estreito de Ormuz foi abordada em conversas recentes de Araqchi com o homólogo japonês, Toshimitsu Motegi.
Ministro dos Negócios Estrangeiros japonês, Toshimitsu Motegi, falou ao telefone com o homólogo iraniano, Abbas Araghchi.
Em chamadas realizadas na noite de segunda-feira com Rubio, os ministros dos Negócios Estrangeiros japonês e sul-coreano sublinharam a importância de ser garantida uma navegação segura naquela passagem.
Starmer disse estar a trabalhar "com todos os aliados, incluindo os parceiros europeus, para elaborar um plano coletivo viável que possa restaurar a liberdade de navegação".
A resposta alemã surge na sequência do apelo de Donald Trump para que os países afetados pelo bloqueio do Estreito de Ormuz garantissem a segurança da navegação.
A navegação no Estreito de Ormuz, por onde passa 20% do crude mundial, está condicionada desde o início da guerra.
Autoridade Marítima Nacional prevê que a ondulação atinja os 13 metros de altura na costa ocidental.