Das ilhas à diáspora, da polarização à habitação: o primeiro discurso de Seguro no 10 de Junho
Presidente da República pede "palavras do meio" para travar a polarização e destaca problemas no País que enviam talentos portugueses para o estrangeiro.
Presidente da República pede "palavras do meio" para travar a polarização e destaca problemas no País que enviam talentos portugueses para o estrangeiro.
Para instalar a corte, muitos proprietários tiveram que abandonar as suas casas em 24 horas - a alternativa era a prisão. Passou a haver cabeleireiras e modistas, fizeram-se fábricas e restaurantes. D. João VI libertou e perdoou pelo menos dois escravos.
Era um cenário nunca antes visto: em 1807, 15 mil pessoas embarcaram à pressa de Lisboa para fugir às tropas de Napoleão. Em carruagens que nunca saíram do cais deixaram as pratas das igrejas; no chão e dentro de caixas, à chuva, ficaram os 60 mil livros da valiosa Biblioteca Real. Durante três meses sobreviveram a tempestades e raparam o cabelo para combater ataques de piolhos. Numa escala de um mês em Salvador da Baía, D. João VI abriu os portos da antiga colónia a um mundo que não a conhecia - e que por isso mesmo chegou a enviar patins de gelo e aquecedores para vender nos trópicos.
O fim de semana traz teatro em Lisboa, um concerto em Famalicão e uma nova carta em Albufeira.
O caminho em democracia é o percurso do humanismo no tempo. Avançou, recuou, parou?
'Consumo Obrigatório' é o novo livro de Virgílio Castelo, em que o ator conta as memórias, mais ou menos autobiográficas, de muitas noites passadas em espaços emblemáticos de Lisboa e não só
Poemas: "A Fernando Pessoa", "A Frescura", "Um Morto", "A Praça", "A Casa Branca Nau Preta", "Acaso", "Acordar", "Adiamento", "Afinal", "Ah, onde estou"
Para uma pausa breve ou para um fim de semana longo, a dois ou em família, prepare as malas e faça-se à estrada. Um guia por lugares e sabores de norte a sul de Portugal.
Houve quem tivesse lutado em praças africanas, enriquecido com o açúcar e influenciado cortes orientais. As que ficaram contribuíram para a sobrevivência de Portugal.
Era o nono sobrinho do rei, mas nunca sonhou reinar. Viu o seu irmão ser assassinado por D. João II, tornou-se influente e vai ser o primeiro monarca a ter tropas nos quatro continentes. Exuberante, não se lhe conhecem amantes, mas trabalhava com música tocada ao vivo. Passeava-se por Lisboa com um elefante e teve 13 filhos.
A 12ª Condessa deixou uma fortuna que, só no Alentejo, tinha mais de 50 propriedades. Ainda hoje se disputa a propriedade de um antigo cinema lisboeta, que, entre os herdeiros, tem vários Câmara Pereira e um nobre desaparecido.
O Carnaval não tem de ser só rua e corsos tradicionais. Sugerimos-lhe, de norte a sul, hotéis para uma escapadinha temática e produtos para proteger a pele e o cabelo dos penteados e das máscaras.
Pertencia à baixa nobreza, não era piloto, mas um líder nato. Violento – foi responsável por ordenar o massacre de um navio com mulheres e crianças –, ameaçou D. Manuel I de que trocaria o País por Espanha se não o tornassem conde. Conseguiu. Viajou três vezes para a Índia e permitiu que Portugal comercializasse diretamente com o Oriente – é considerado o precursor da globalização. Morreu em Cochim, mas o seu último pedido foi regressar a Portugal.
Pertencia a uma ordem militar religiosa e antes de descobrir o caminho marítimo para a Índia, cumpriu algumas missões para o rei, provando ser corajoso. Vasco da Gama era um líder nato e autoritário
O navio do tio de Vasco da Gama afundou-se em 1503 e foi descoberto em 1998. Falámos com David L. Mearns, responsável pela escavação