Portugal e o mundo estão a precisar urgentemente de uma limpeza ética
Onde está a vitoriosa luta persistente de décadas de Portugal e dos portugueses pelo reconhecimento da independência, de facto e de direito, de Timor-Leste?
Onde está a vitoriosa luta persistente de décadas de Portugal e dos portugueses pelo reconhecimento da independência, de facto e de direito, de Timor-Leste?
Em outubro, o histórico cinema portuense vai exibir filmes nos quais o artista entrou, filmes que o influenciaram e obras que ficaram marcadas pelo seu imaginário.
O juiz do tribunal distrital central de Seul Nam Se-jin emitiu o mandado - por receio que o ex-dirigente pudesse destruir provas -, colocando-o em detenção pela segunda vez, de acordo com a Yonhap.
Vamos ver quais serão os efeitos desta nova "onda" de tecnocracia igualmente auto-proclamada, como o foi no passado, não ideológica. Confesso que não estou descansado – bem pelo contrário.
Embora seja agora perfeitamente evidente que não há conquistas civilizacionais (sociais e políticas) irreversíveis, há que não entrar em desesperos e desânimos.
Da mesma maneira que a publicação de "índices de percepção" acerca da corrupção não fazem qualquer mossa no desenvolvimento dessa nociva actividade económico-social, a propaganda sobre a "insegurança" de nada serve no que respeita ao combate à criminalidade.
A "casa" não é apenas a casa e o nosso núcleo familiar, mas sim algo bem mais amplo.
Será que os defensores dos direitos humanos, da Democracia e do Estado de Direito, não sabem mesmo o que deve/tem de ser feito para que a Ordem que deve/tem de imperar em Portugal seja de cariz democrático e humanista em vez de securitária, autoritária, intolerante e anti-democrática?
Segundo um relatório da OCDE, apenas 50% dos portugueses diziam confiar nos tribunais e no sistema judicial.
Apesar de muitas vezes me ter sentido e continuar a sentir-me "a voz que clama no deserto", não sigo o caminho daquele que nós ocidentais chamamos São João Baptista.
Estes novos tempos e o enormíssimo desenvolvimento da tecnologia ocorrido deste essa época histórica, é que permitem, hoje em dia, uma sofisticação nunca antes atingida dos meios de manipulação das mentalidades.
Tenho por hábito, profundamente arreigado, cumprir as promessas que faço - e, porque sei que isso não é fácil, faço muito poucas - e também desta vez tal irá acontecer.
As atoardas de André Ventura e de outros membros do Chega continuam a não ser acriticamente aceites pelos seus seguidores, sem que sejam devidamente assinaladas as profundas incongruências desses discursos.
Não devemos ter medo ou sentir vergonha ao enfrentar o passado histórico de Portugal. Eu não tenho.
Confundir um voto no Chega com um voto de protesto (como foi, por exemplo, o daqueles que no Brasil votaram em Tiririca) é mais do que insensato - é verdadeiramente suicidário.
Os tempos tenebrosos por que estamos a passar são o fruto das excessivas simplificações que têm viciado a vida política portuguesa nos últimos 50 anos.