Sábado – Pense por si

"Na pandemia o 'Ensaio sobre a Cegueira' foi um dos livros mais requisitados. Saramago é uma potência absolutamente mundial. Tem de estar sempre"

"Na pandemia o 'Ensaio sobre a Cegueira' foi um dos livros mais requisitados. Saramago é uma potência absolutamente mundial. Tem de estar sempre"

O escritor Gonçalo M. Tavares esteve no NOW e criticou duramente o programa escolar português, que prevê apenas um livro obrigatório por ano, classificando a situação como "absolutamente ridícula". Gonçalo M. Tavares defendeu que a literatura é fundamental para o ensino da língua portuguesa, pois coloca em movimento toda a potência da linguagem, incluindo ambiguidade, ironia e humor. O autor destacou que ensinar gramática sem literatura é "como ensinar a jogar futebol sentados" e disse que os alunos devam ler no mínimo cinco livros por ano, citando exemplos internacionais como França, que recomenda dez livros anuais, e Espanha, com cinco. O escritor defendeu também que José Saramago, "patrimônio mundial", deve continuar obrigatório nas escolas portuguesas e sublinhou ainda é "lido em todo lado".

Kaja Kallas, chefe de diplomacia da UE
Lusa

Médio Oriente: UE está a ponderar criar missão no Líbano

Sem especificar a natureza ou o âmbito dessa operação europeia a que se referiu, Kallas indicou que, no contexto atual, a UE, além de estar a mobilizar ajuda humanitária para o Líbano, está também a “apoiar as Forças Armadas libanesas a desarmar” o movimento xiita Hezbollah.

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Radar USA: Afinal Trump também quer ser Presidente de guerra

Os ataques americano-israelitas ao Irão vão totalmente contra a história do movimento MAGA, que queria acabar com a era do intervencionismo dos EUA nas "Forever Wars". Muitos dos apoiantes Trump nem sequer percebem a contradição. Ou nem querem saber

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