Sábado – Pense por si

António Lobo Antunes, marcado pela guerra em África, experiência crucial na sua vida e obra
Diogo Barreto

António Lobo Antunes. Guerra, horror e morte

A experiência que mais marcou a sua vida e escrita foram os três anos que passou na guerra em África. Estava lá quando nasceu a filha mais velha e foi ali que a segunda filha foi concebida. Ali conheceu os melhores dos jovens, mas também o pior da humanidade.

O líder do mal

Sob a alçada de Khamanei as sanguinárias forças de segurança do Irão abriram fogo contra manifestantes durante sucessivas ondas de protestos em 2009, 2019 e nas manifestações que se seguiram após o assassino de Mahsa Amini em 2022.

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Cândida Silva perdeu peso com o Mounjaro. Agora está a reduzir a dosagem do medicamento
Susana Lúcio

A revolução que vai travar as doenças crónicas

Várias farmacêuticas estão a desenvolver novos medicamentos análogos do GLP-1, que aumentam a capacidade para tratar a obesidade e a diabetes, mas também podem resolver doenças cardiovasculares, hepáticas e renais - que matam milhares por ano. Falta a comparticipação

Sete turistas chineses morrem após veículo afundar no gelo na Rússia

Sete turistas chineses morrem após veículo afundar no gelo na Rússia

Sete turistas chineses morreram esta sexta-feira depois da viatura em que seguiam ter caído através de uma fissura no gelo do Lago Baikal, na região de Irkutsk. O miniautocarro transportava nove pessoas quando atravessou uma zona de gelo frágil e acabou por afundar, sobrevivendo apenas um dos ocupantes.

Capa da revista 1132
Lucília Galha

Novas descobertas para tratar o coração

As doenças cardiovasculares continuam a ser as que mais matam, mas a ciência resolve-as cada vez melhor. Fazem-se cirurgias de peito aberto sem interromper os batimentos, há miniórgãos criados em laboratório para estudar medicamentos e pensos cardíacos com potencial para regenerar este músculo. Até a insuficiência deixou de ser uma sentença – já é possível viver com um coração artificial.

Portugal tem um dos consumos de álcool mais elevados da OCDE
Lucília Galha

E se houvesse um "Ozempic" para o álcool?

Na verdade existe, chama-se naltrexona e destina-se a tratar as dependências desta substância - não para um uso recreativo. Profissionais de saúde no Reino Unido sugerem que poderia ajudar a combater os excessos das festividades.

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