Omã afirma que negociações sobre Ormuz são positivas mas alerta para ataques
Omã alertou, contudo, que os ataques contra navios podem afetar as negociações.
Omã alertou, contudo, que os ataques contra navios podem afetar as negociações.
O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão ressalvou que um acordo com Omã não levará, por si só, à reabertura imediata do estreito de Ormuz, argumentando que o bloqueio iraniano foi uma consequência da ofensiva militar dos Estados Unidos.
A Rússia bombardeou esta madrugada a capital ucraniana, Kiev, e matou pelo menos 17 pessoas e deixou outras 44 feridas.
Secretário do Tesouro norte-americano acredita que ainda hoje ou amanhã pode-se chegar a um acordo.
Trump afirmou que estão a decorrer negociações, ao contrário do que afirmou Teerão previamente. Segundo o presidente, as conversações incidem em particular sobre uma reabertura do estreito de Ormuz, possível "já amanhã".
Líderes de 22 países europeus acusam o primeiro-ministro espanhol de criar a "perceção de que a entrada ilegal na União Europeia é possível".
Afirmando ser "um forte defensor da livre iniciativa", Trump citou a ExxonMobil e a Chevron como algumas das que mais lucraram com as consequências da guerra.
Há três crianças entre as vítimas mortais. Há ainda registo de 40 feridos.
Ministério dos Negócios Estrangeiros diz estar a negociar apenas com o Omã.
Dos portugueses e lusodescendentes mortos, 108 adultos e 28 menores, 116 tinham também a nacionalidade venezuelana.
A proposta de Omã de dividir as rotas de trânsito de forma equitativa entre os dois países nos dois extremos do estreito não vai ao encontro das preocupações de segurança de Teerão.
Entre os 134 cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos, dos quais 106 eram adultos e 28 menores, 114 tinham também a nacionalidade venezuelana.
Porta-voz de associação que presta ajuda humanitária relata que o impacto psicológico está a ser profundo. “Algumas pessoas não aguentaram a dor de perder a família”.
Num discurso à nação na quinta-feira, Trump voltou a lançar dúvidas sobre o resultado das eleições presidenciais de 2020 e acusou a China de ter interferido no processo eleitoral.
Destes, 97 eram adultos e 23 menores.
Continuam desaparecidos 50 cidadãos portugueses, menos um do que os 51 contabilizados na terça-feira.