BE concorda com ausência de teto orçamental no PTRR até haver propostas
O coordenador do BE também elogiou a necessidade de "haver uma partilha de responsabilidades" no programa que o primeiro-ministro, Luís Montenegro, apresentou.
O coordenador do BE também elogiou a necessidade de "haver uma partilha de responsabilidades" no programa que o primeiro-ministro, Luís Montenegro, apresentou.
"Nós vamos ter uma eleição em que de um lado vai estar André Ventura e, portanto, uma força política responsável, que defenda a democracia, que se empenha no robustecimento do estado social, na igualdade e na autonomia das pessoas, evidentemente que tem de mobilizar todos os votos contra Ventura e é o que o Bloco de Esquerda fará", garante o coordenador do partido, José Manuel Pureza.
Dirigente da CGTP criticou o líder do Chega por estar "sempre a falar de rendimento mínimo e nunca fala do rendimento máximo".
Numa noite marcada pela vitória de António José Seguro, o candidato apoiado pelo Partido Socialista (PS), Catarina Martins e o Bloco de Esquerda assumem o resultado e prometem lutar contra André Ventura.
Coordenador do Bloco de Esquerda apelou ao voto.
Em causa publicações feitas nas redes sociais pelo deputado do Chega em 2021.
Catarina Martins não encaixa em nenhuma das opções e, para José Manuel Pureza, quem vota em Catarina Martins sabe com o que contar.
O novo líder do Bloco de Esquerda elogiou os trabalhadores que em dia de greve que se disponibilizam a "perder um pouco do seu salário baixo para lutar por salários dignos para toda a gente".
Na última Convenção Nacional do BE, a moção na altura encabeçada por Mariana Mortágua conquistou 67 dos 80 lugares da Mesa Nacional.
Mariana Mortágua, que ocupou o cargo de coordenadora durante dois anos, despediu-se no primeiro dia de trabalhos admitindo erros, mas rejeitando que tenham sido “determinantes”.
Fabian Figueiredo prometeu uma batalha contra "a rampa em que a política portuguesa se transformou", considerando que "o futuro não tem que ser um susto".
Criticam o partido por falta de democracia interna e por "centralização". E pedem uma maior abertura a outras vertentes.
"A batalha da organização é um problema central da linha política e da conceção do partido que queremos ser", considera o historiador.
Francisco Louçã disse ter "um enorme apreço" por aquilo que Mariana Mortágua fez na liderança do partido.
Ainda acham que a receita com que deixaram dois partidos moribundos é que deve guiar quem venha apanhar os cacos. A humildade em política anda muito subvalorizada.
O partido pretendia alternar entre Fabian Figueiredo e Andreia Galvão nos debates parlamentares.