Governo britânico admite possibilidade de proibir manifestações pró-Palestina
Na sequência do ataque antissemita ocorrido em Londres.
Na sequência do ataque antissemita ocorrido em Londres.
Uma dezena e meia de manifestantes foram detidos em Istambul, na Turquia, após tentarem chegar à Praça Taksim no centro da cidade, zona proíbida a comícios e manifestações.
O jornalista da SÁBADO Alexandre Malhado e a politóloga Sílvia Mangerona estiveram no NOW esta quarta-feira e falaram sobre a visita oficial do Presidente do Brasil a Portugal, que levou a manifestações a favor e contra a deslocação de Lula da Silva.
Foi este sábado, que, um pouco por todo o mundo, vários manifestantes decidiram protestar contra as políticas do presidente Donald Trump. Muitos protestaram nos Estados Unidos, mas as manifestações acabaram por ultrapassar fronteiras e chegaram a países como Itália, França, Alemanha ou Espanha.
Este sábado realizaram-se protestos em Katmandu, no Nepal, após o ex-primeiro-ministro, Khadga Prasad Oli, e o ex-ministro do Interior, Ramesh Lekhak, terem sido detidos pelas autoridades devido às mortes que ocorreram durante manifestações que derrubaram o governo.
Sob a alçada de Khamanei as sanguinárias forças de segurança do Irão abriram fogo contra manifestantes durante sucessivas ondas de protestos em 2009, 2019 e nas manifestações que se seguiram após o assassino de Mahsa Amini em 2022.
Muitos gregos têm acusado o governo de Mitsotakis de tentativa de encobrimento num momento em que as respostas ainda são poucas, manifestações multiplicam-se.
Foram captadas imagens impressionantes de manifestações na última madrugada.
A primeira-dama dos EUA, Melania Trump, apelou, esta terça-feira, à “união” da população norte-americana, enquanto os protestos e manifestações contra a ação do ICE continuam em todo o país.
País foi abalado nas últimas semanas por manifestações anti-regime.
Manifestantes reuniram-se no centro de Los Angeles, no estado norte-americano da Califórnia, este domingo, para demonstrar apoio aos protestos no Irão. A iniciativa acontece num momento em que as manifestações no país abrandaram, mas continuam as fortes restrições no acesso à internet.
A comunidade iraniana em Portugal teme um agravamento da violência.
A repressão das novas manifestações tem sido severa, e as autoridades restringiram o acesso à Internet em todo o país.
O Governo declarou que as ações de violência “excediam os limites das manifestações pacíficas e eram consideradas sabotagem organizada”.
No Irão, pelo menos 538 pessoas morreram na sequência de manifestações que começaram a 28 de dezembro, em protesto contra a crise económica e o custo de vida.
Com a internet em baixo e as linhas telefónicas cortadas, acompanhar as manifestações a partir do estrangeiro tornou-se difícil.