Miragens, delírios e triunfos
Só resta a certeza na incerteza, egocentrismo e inconstância de Trump.
Só resta a certeza na incerteza, egocentrismo e inconstância de Trump.
A administração norte-americana e o Governo de Cuba continuam a negociar acerca da raiz do bloqueio energético imposto por Trump à ilha, após a captura de Nicolás Maduro na Venezuela, em 03 de janeiro.
Estes comentários surgem apenas um dia depois do Presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, ter criticado Washington por ameaçar "quase diariamente derrubar" o Governo da ilha e pretender "apropriar-se do país".
Presidente cubano afirmou que os Estados Unidos utilizam o "pretexto" da "economia enfraquecida" de Cuba para demonstrar interesse em "apropriar-se do país".
Seleção da Venezuela derrotou na final os Estados Unidos por 3-2, em Miami.
Pessoas próximas do presidente dos EUA estão a demonstrar "arrependimento" em relação ao conflito no Irão, mas o presidente parece "eufórico" com a ideia deste ataque, que se junta ao sucesso da detenção de Maduro.
O príncipe herdeiro, que não visita o Irão desde a revolução de 1979 que derrubou a monarquia, lidera um dos vários movimentos de oposição a partir do estrangeiro e apresenta-se como uma alternativa caso o regime iraniano caia.
Ex-presidente da Venezuela está detido desde o início de janeiro em Nova Iorque.
Trump de 2026 rebentou com tudo o que Trump do primeiro mandato e até o Trump da campanha para 2024 tinham jurado: passou de "Presidente da Paz" e do "America First" para mais um Presidente dos EUA a fazer uma guerra no Médio Oriente. E logo no Irão. Não foi para isto que a base MAGA votou nele. Mas grande parte desses eleitores nem percebe que foram enganados. A América vai pagar caro este aventureirismo irresponsável. Pior: vai sobrar para nós.
Trump quer quebrar o "eixo de resistência" em tempos montado para gerar um equilíbrio de poder mundial desfavorável aos Estado Unidos. Do outro lado está a China, e por isso as potências médias que a ela se aliaram são agora um alvo.
Mais uma operação de retirada de portugueses do Médio Oriente, que envolveu o Ministério dos Negócios Estrangeiros e a Força Aérea.
Washington e Caracas concordaram em retomar as relações diplomáticas e consulares após a intervenção militar dos EUA na Venezuela.
Uma análise dos indicadores de 2025 e da evolução do panorama nacional.
O projeto do BE foi aprovado com os votos favoráveis da esquerda parlamentar e abstenções do PSD e da IL. O Chega e o CDS-PP votaram contra.
Até quinta-feira, "foram 10 os voos que trouxeram cidadãos de volta à Europa".
Cidadãos portugueses estavam nos Emirados Árabes Unidos.