Venezuela. Sobe para 136 o número de portugueses e lusodescendentes mortos
Dos portugueses e lusodescendentes mortos, 108 adultos e 28 menores, 116 tinham também a nacionalidade venezuelana.
Dos portugueses e lusodescendentes mortos, 108 adultos e 28 menores, 116 tinham também a nacionalidade venezuelana.
Os incêndios na região de Bordéus afetaram muitos portugueses. Rápida evacuação evitou feridos e a obrigatoriedade de seguro em França ajudará na reconstrução.
Entre os 134 cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos, dos quais 106 eram adultos e 28 menores, 114 tinham também a nacionalidade venezuelana.
Mais de 325 mil pessoas foram retiradas das suas casas, em França e Espanha.
Porta-voz de associação que presta ajuda humanitária relata que o impacto psicológico está a ser profundo. “Algumas pessoas não aguentaram a dor de perder a família”.
A maioria dos estragos diz respeito a habitações destruídas.
O calendário de provas e do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior foi atualizado.
O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas precisou que o novo apoio será executado através de empresas, no âmbito dos trabalhos de reconstrução das áreas mais afetadas.
A língua portuguesa superou o número de inscritos para exame (o NEWL) em idiomas como o russo, o coreano e o árabe, num universo total de 862 alunos testados nas quatro línguas.
Subida do número de falecidos resultante dos sismos acontece depois de as autoridades terem contabilizado mais 89 óbitos.
Destes, 97 eram adultos e 23 menores.
Continuam desaparecidos 50 cidadãos portugueses, menos um do que os 51 contabilizados na terça-feira.
Há ainda 55 desaparecidos.
O anterior balanço contabilizava 102 cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos e 57 desaparecidos ou incontactáveis.
Anúncio foi feito pelo secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa.
Há ainda 57 desaparecidos.