Trump cancela viagem de Steve Witkoff e Jared Kushner ao Paquistão para negociações de paz
Presidente norte-americano disse que o "Irão pode ligar-nos sempre que quiser".
Presidente norte-americano disse que o "Irão pode ligar-nos sempre que quiser".
No âmbito do bloqueio naval ordenado pelo Presidente norte-americano Donald Trump
O Paquistão preparava-se para acolher uma nova ronda de negociações entre os Estados Unidos e o Irão mas o Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou a prorrogação do cessar-fogo, que expiraria esta quarta-feira, a pedido de Islamabade.
As autoridades iranianas alegaram que a administração Trump não está a "levar a sério" o processo negocial.
A emissora estatal iraniana disse que poderia avançar uma nova ronda negocial das conversações trilaterais entre Estados Unidos, Irão e Paquistão.
Estados Unidos e Irão iniciam negociações de paz, em Islamabad, dominadas pelo fim do bloqueio do Estreito de Ormuz, por onde passavam 20% do petróleo e gás natural liquefeito do mundo antes da guerra lançada em 28 de fevereiro por Estados e Israel contra a República Islâmica.
A horas do início das negociações entre as delegações dos Estados Unidos e do Irão em Islamabad, o primeiro vice-presidente do Irão afirmou que se Teerão enfrentar "representantes de 'Israel primeiro', não haverá acordo".
No dia em que as delegações norte-americana e iraniana chegaram ao Paquistão para conversações de paz, Trump mostrou-se seguro de que o estreito abrirá “em breve”, sem que surjam portagens “em águas internacionais”.
Além de JD Vance, a delegação norte-americana é constituída pelos enviados da Casa Branca Steve Witkoff e Jared Kushner, genro de Donald Trump.
Em Beirute e no sul e leste do Líbano, dezenas de bombardeamentos israelitas provocaram 303 mortos e 1.150 feridos, segundo o último balanço do Ministério da Saúde libanês.
O presidente norte-americano partilhou uma mensagem na sua rede social, onde garante que as conversações estão a "progredir muito bem".
A garantia consta de um documento, datado de domingo, emitido pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, diz a Organização Marítima Internacional.
A invasão de Putin está longe de parar: o presidente da Rússia não quer "só o Donbass". Quer toda a Ucrânia. Faz da agressão sobre Kiev, em capa de expansão neoimperialista, a sobrevivência do seu modo de liderar. Recuar seria admitir o erro. E, no Kremlin, o poder afirma-se de forma vertical. Sem hesitações. A sangue frio, para que eventuais críticos ou opositores não acreditem em alternativas. Não percebermos isso é não percebermos nada.
Ministro dos Negócios Estrangeiros considerou que França “não tem nada a aprender em matéria de violência".
Ucranianos e russos deverão retomar hoje as negociações em Genebra, sob mediação dos Estados Unidos, para tentar encontrar uma solução para quatro anos de conflito.
Em Genebra estiveram também presentes representantes da Alemanha, França, Reino Unido e Itália.