Sábado – Pense por si

Década de 80 impulsiona negócio da nostalgia com música, filmes e colecionáveis
Rui Gustavo

Os loucos anos 80 e o negócio da nostalgia

Os adolescentes da década de 80 cresceram e já têm dinheiro para comprar o disco que sempre quiseram, o DVD dos desenhos animados preferidos ou a colecção de cromos que nunca chegaram a acabar. A nostalgia está a dar e rende milhões.

O Atman, na baixa do Porto, um dos mais recentes speakeasy nacionais
Pedro Henrique Miranda

A arte clandestina dos cocktails: 9 bares speakeasy a descobrir

Da Lei Seca americana dos anos 20, nasceu um estilo de bar intemporal: discreto, recatado, aconchegante e dado a misturas arrojadas. Em Lisboa e no Porto, o formato reinventa-se em novos espaços que vão buscar ao passado a inspiração para a excelência. Dos clássicos às novidades, conheça nove deles.

A artista a atuar a 16 de março em Lyon, no arranque da digressão que a traz agora a Portugal
Gonçalo Correia

Madre mía, Rosalía, bem-vinda de volta

Lisboa recebe de novo, a 8 e 9 de abril, o furacão Rosalía. Que artista é hoje, na era "Lux", a estrela pop espanhola? A que sempre foi: imprevisível e em confronto com o seu passado.

André Almeida Santos

As séries em 2025: de "Last of Us" ao que começa

Serviços de urgência de hospitais, westerns, uma nova série do criador de "This Is Us" ou a saga "Alien" na TV: estas são algumas das séries que mais expectativa geram em 2025.

Bons costumes

Faz-nos falta um corcunda

Menos atenção têm merecido barbaridades do vulgo, como a do concidadão que, irado com o processo de divórcio movido pela mulher, a violou, torturou, rapou-lhe o cabelo, arrancou-lhe as sobrancelhas e acabou por lhe cortar o dedo anelar com uma tesoura de poda.

Ângela Marques

Estará o mundo a ficar kitsch?

" A Nova Era do Kitsch – Ensaio sobre a cultura do 'excesso' ", de Gilles Liepovetsky e Jean Serroy, é um livro de história, sociologia e filosofia sobre o kitsch que se lê como um romance.

Paulo Batista Ramos

Uma longa Guerra de desinformação

Vladimir Putin sabe que a batalha na opinião pública é um jogo de conspirações de longo prazo. Por isso, não se sente intimidado e tudo o que lhe resta é continuar a jogar. Nem evita abater opositores como Navalny.

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