A beleza de matar comunistas
Se alguém publicasse um livro, uma peça de teatro, com esta formulação, seria imediatamente acusado de incitamento ao ódio. Já a inversão, “matar fascistas”, encontra, demasiadas vezes, complacência cultural.
Se alguém publicasse um livro, uma peça de teatro, com esta formulação, seria imediatamente acusado de incitamento ao ódio. Já a inversão, “matar fascistas”, encontra, demasiadas vezes, complacência cultural.
O açúcar é um agressor das artérias por excelência, um veneno que silenciosamente assola a saúde pública e que é uma substância verdadeiramente aditiva (e, como todas as outras, com uma poderosa indústria subjacente).
A renovação do sistema político é um processo duro e exigente para todos, sabemos como o ser humano não gosta, por definição, de mudar. Obriga a desconstruir, autocriticar, autoconhecer, e o resultado pode não ser bonito, se a vontade e visão não estiverem à altura dos visados.
Em nome da tolerância, temos o direito - e, em alguns casos, o dever - de não tolerar os intolerantes. Impedir a banalização do ódio não é sinónimo de ameaça à liberdade de expressão. É apenas ser civilizado
De decifrar a estrutura do ADN até fotografar o planeta Neptuno, do incrivelmente minúsculo ao desmesuradamente infinito, parece que deixou de haver fronteiras para o conhecimento.
A SÁBADO vai oferecer durante as próximas semanas cinco livros para entender o século das mais aterradoras guerras - e dos mais extraordinários avanços científicos.
Clínico era o médico do plantel em 1981/82, quando os leões venceram o campeonato, Taça de Portugal e Supertaça
No programa Conversas de Escritores, feito para a RTP, José Rodrigues dos Santos entrevistou o autor de O Nome da Rosa. E conta o que encontrou em sua casa
Terminou uma semana em que as comunicações electrónicas foram temas de conversa e abertura de jornais. Do SMS de António Costa a um director do Expresso ao SMS de Paulo Portas a Passos Coelho, citado no volume panegírico Somos o que Escolhemos, a insustentável força do polegar liderou a actualidade.
O jornalista Fernando Esteves analisa a frase “O Papa disse que isto [a política de austeridade] vai resultar em violência dois dias depois de eu dizer”