Juíza de Vila do Conde recusa julgar burla no aumento de capital do BES
Magistrada recusou cumprir decisão do Supremo Tribunal de Justiça. Caso aguarda julgamento há mais de três anos.
Magistrada recusou cumprir decisão do Supremo Tribunal de Justiça. Caso aguarda julgamento há mais de três anos.
Juíza rejeitou duas acusações, uma das quais previa a pena de morte. Prisão perpétua ainda é uma possibilidade.
Arguido foi igualmente condenado a pagar indemnizações cíveis aos filhos das vítimas e à vítima do crime de homicídio tentado num valor total de 410 mil euros.
O antigo primeiro-ministro considerou José Preto poderia ter continuado no julgamento se houvesse um "mínimo de consideração pessoal e de delicadeza humana" por parte dos juízes.
Julgamento decorre no Tribunal de Sintra.
O Governo realçou na segunda-feira, num documento judicial, que a operação tornou o Estado mais seguro com a detenção de mais de 3.000 pessoas que se encontravam no país ilegalmente.
O antigo primeiro-ministro já teve cinco representantes oficiais na Operação Marquês. Processo continua a arrastar-se no tempo.
P. Diddy e Luigi Mangione são alguns dos detidos que já passaram pelo Centro de Detenção Metropolitano de Brooklyn.
Por muito que se vitimize, o Chega não é o mártir da liberdade de expressão. É o seu carrasco.
O militar, colocado à data das burlas no posto da GNR de Fafe, tem 13 anos de cadeia para cumprir por instigar um esquema de burlas superiores a 400 mil euros, que lhe permitiu ter uma vida de luxo, juntamente com a mulher, que era auditora de justiça e futura juíza.
Desde o seu primeiro mandato, o chefe de Estado republicano manifestou a vontade de limitar estes vistos, a fim de dar prioridade aos trabalhadores norte-americanos.
O presidente do Chega diz que "está em causa a liberdade de expressão e de ação política".
O partido foi condenado por tribunal a retirar os cartazes, mas Ventura informou que só vai tomar uma decisão depois de reunir com conselheiros.
Em causa estão cartazes onde se lê: "Os ciganos têm que cumprir a lei".
"A conduta do arguido demonstra o oposto da intenção de se subtrair à ação da justiça", refere o tribunal.
Os médicos estão acusados da prática de um crime de homicídio por negligência, na forma grosseira.