Donald Trump rejeita oferta do Irão para reabrir Ormuz em sete dias
Poderá retomar os ataques após as eleições intercalares, segundo avançou o Wall Street Journal.
Poderá retomar os ataques após as eleições intercalares, segundo avançou o Wall Street Journal.
Paquistão afirma tratar-se de retaliação.
A Ucrânia resiste e colocou novos problemas à Rússia. Mas isso está a levar a uma contradição: Putin, cheirando a vulnerabilidade de Kiev pela falta de intercetores, tenta disfarçar os seus próprios erros escalando nos crimes contra a população ucraniana. No Médio Oriente, a trilateral Arábia Saudita-Turquia-Paquistão gera uma nova equação de segurança regional: sem os EUA e com sinais claros a Teerão, Telavive e, atenção, também a Nova Deli.
A proposta de Omã de dividir as rotas de trânsito de forma equitativa entre os dois países nos dois extremos do estreito não vai ao encontro das preocupações de segurança de Teerão.
Guarda Revolucionária confirmou o disparo de mísseis contra instalações norte-americanas nos dois estados.
As autoridades referiram que a assinatura foi feita eletronicamente e que "não teria sido apropriado" realizar uma cerimónia de assinatura.
A situação entre os dois países mantém-se num impasse desde que um cessar-fogo entrou em vigor em 8 de abril, após quase 40 dias de ataques aéreos israelitas e norte-americanos contra o Irão e de ataques de retaliação de Teerão na região do Médio Oriente.
Líder norte-americano afirmou que a indústria petrolífera iraniana "explodiria" com as restrições impostas pelos Estados Unidos.
Apesar da incerteza do regresso das conversações de paz entre os EUA e o Irão, mediadas pelo Paquistão, a capital Islamabade, continua a apostar na segurança da cidade, criando uma espécie de cerco que afeta quem lá habita.
O Paquistão preparava-se para acolher uma nova ronda de negociações entre os Estados Unidos e o Irão mas o Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou a prorrogação do cessar-fogo, que expiraria esta quarta-feira, a pedido de Islamabade.
Os húngaros voltaram a gritar "os russos fora!", mas desta vez Orbán estava do lado dos perdedores. Magyar pode ser uma grande incógnita, mas, pelo menos, apresenta-se como alguém que quer travar a influência do Kremlin e voltar a uma relação saudável entre Budapeste e Bruxelas. Da tensão inusitada entre Vaticano e Casa Branca, o Papa Leão XIV venceu pela sabedoria serena e não se priva de proclamar: "Não tenho medo da Administração Trump". A defesa do "outro" e o respeito pelos mais fracos serão sempre o lado bom da Força.
As autoridades iranianas alegaram que a administração Trump não está a "levar a sério" o processo negocial.
Os Estados Unidos e o Irão mantiveram no sábado negociações em Islamabade, que não culminaram num consenso entre os dois rivais.
Seria acompanhada por um alívio das sanções, segundo indica o Wall Street Journal.
O inquilino da Casa Branca escreveu na sua rede social que haverá "muitas ações positivas" e que "se ganhará muito dinheiro", sem concretizar como a Administração norte-americana irá atuar no estreito.
O plano inclui um apelo a um cessar-fogo imediato, à suspensão de ataques contra civis e infraestruturas críticas – como instalações energéticas e de dessalinização – e à reabertura do Estreito de Ormuz, uma via marítima crucial para o comércio global de energia.