Filho do presidente do Irão pede às autoridades que restabeleçam a internet
A falta de acesso a informações faz com que seja difícil saber o número de manifestantes que foram detidos ou morreram durante os protestos, que começaram a 28 de dezembro.
A falta de acesso a informações faz com que seja difícil saber o número de manifestantes que foram detidos ou morreram durante os protestos, que começaram a 28 de dezembro.
“Um ataque contra o líder supremo do nosso país equivale a uma guerra total contra a nação iraniana”, disse Massoud Pezeshkian.
Intenção do treinador do Esteghlal é ficar enquanto as condições de segurança o permitam.
Entre os visados está o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irão, acusado de ter sido uma das primeiras figuras oficiais a incitar ao uso da violência contra os manifestantes.
O primeior saiu na manhã desta quinta-feira.
Esta terça-feira a organização não-governamental (ONG) Iran Human Rights denunciou pelo menos 2 mil manifestantes mortos nos protestos que contestam há 16 dias.
A contestação visava inicialmente o custo de vida, num país sujeito a sanções económicas, mas depois tornou-se num protesto político contra as autoridades de Teerão.
Há ainda registos de centenas de feridos e mais de dois mil detidos
O Gabinete para os Direitos Humanos da ONU apelou "ao governo que deixe de utilizar procedimentos criminais para punir ativistas políticos e outros por exercerem os seus direitos à liberdade de expressão e reunião pacífica".
Os meios de comunicação iranianos difundiram imagens das câmaras de segurança em que várias pessoas tiram a jovem do comboio "depois de sofrer uma quebra de tensão", embora não haja registos dos momentos anteriores.
Prisão de nacionais e estrangeiros e pena de morte são formas de intimidação com provas dadas contra inimigos internos e externos. E ambas estão a ser usadas.
ONG avança que estarão detidas cerca de 20.000 pessoas, incluindo 110 que correm o risco de sentenças de morte sob a lei islâmica.
São a terceira e quarta pessoas a ser submetidas à pena de morte desde que começaram os protestos pela morte de Mahsa Amini.
Majid Reza Rahnavard é a segunda pessoa a ser executada em público depois da morte de Mohsen Shekari, condenado por ferir membros das forças de seguranças do Irão.
O internacional Saeid Ezatolahi, que jogou contra os Estados Unidos, é natural de Bandar Anzali e revelou que conhecia Mehran Samak, divulgando uma foto dos dois numa equipa de futebol juvenil.
Até ao momento há registo de 17 mortes na sequência de protestos e 288 detidos, mas organizações não-governamentais alertam que número deverá ser superior.