Governo britânico admite possibilidade de proibir manifestações pró-Palestina
Na sequência do ataque antissemita ocorrido em Londres.
Na sequência do ataque antissemita ocorrido em Londres.
Ao longo do ano, multiplicaram-se ataques mortais contra alvos judaicos em cidades ocidentais, da Austrália aos Estados Unidos, passando pela Europa. Diferem nos detalhes, mas convergem num ponto essencial: a motivação anti-semita. Como explicar o regresso destes pogroms?
O massacre em Bondi, Austrália, foi o culminar de uma série de ataques antissemitas a nível global. Chegou-se a um nível de ódio e violência como "não se via desde a II Guerra Mundial", diz Vasco Weinberg
José Luís Carneiro comprou sossego interno com a derrota de Alexandra Leitão em Lisboa. A culpa do infortúnio, ao contrário do que insinuou a própria candidata, não foi do PCP. A presença tóxica do Bloco de Esquerda provocou mais estragos na coligação do que a independência de João Ferreira.
Mamdani venceu o ex-governador Andrew Cuomo com uma campanha focada no poder de compra dos nova-iorquinos e impulsionada pelas redes sociais.
Os colonatos israelitas continuam a aumentar e à SÁBADO, ONG's no terreno denunciam as más condições de vida dos palestinianos devido à ocupação. Helena Ferro de Gouveia diz que Israel deve abandonar essa política.
Seis homens estariam retidos num túnel, depois de terem sido raptados pelo Hamas a 7 de outubro.
O ano passado foi o mais mortífero em duas décadas, com mais de 520 mortos.
Haniyeh, sepultado sexta-feira no Qatar, tornou-se conhecido em 2006, quando foi nomeado primeiro-ministro da Autoridade Nacional Palestiniana (ANP) após a vitória surpreendente do movimento Hamas nas eleições legislativas.
O líder do movimento islamita, de 62 anos, viveu num exílio voluntário entre o Qatar e a Turquia.
Há guerras-relâmpago, e há campanhas eleitorais ainda mais breves e faíscantes. A epopeia das europeias tem impactos diferentes, dentro e fora de portas. Mesmo que se possa discutir o que são, nos dias que correm ou que andam, as tais “portas”
O ataque ocorreu um dia depois de o Hamas ter disparado oito rockets contra o centro de Israel.
A polícia já interveio em manifestações em França e nos EUA. Dezenas de estudantes foram detidos.
Em Belém, a resistência pinta-se no fundo cinzento do cimento que separa Israel da Palestina ocupada.
Ariel Muzicant responsabilizou o Irão pelo conflito, uma vez que está por detrás dos diferentes movimentos e organizações que considerou serem "terroristas".
Na região do Médio Oriente, há vários grupos que se alinham contra Israel, além do Hamas que esteve por detrás do ataque de 7 de outubro.