Don West: "Todas as ideias e princípios em que a América se baseia, Trump profana"
O historiador australiano aceitou o desafio de escrever um livro que conta a história dos Estados Unidos vista por alguém que não um norte-americano.
O historiador australiano aceitou o desafio de escrever um livro que conta a história dos Estados Unidos vista por alguém que não um norte-americano.
Thomas Jefferson duplicou o território nacional. Por meio da guerra de conquista, James K. Polk forjou um Estado continental. William McKinley criou um império ultramarino. Theodore Roosevelt projetou o poderio bélico dos Estados Unidos para o mundo. Presidentes que forjaram um domínio, do Altântico ao Pacífico.
E ainda o polo de José Manule Pureza, a velha maneira de fazer política de Leitão Amaro e a compras do Estado de €79.950 em cabides e casacos
A Festa do Avante! decorrerá nos dias 4,5 e 6 de setembro, na Quinta da Atalaia, no concelho do Seixal (distrito de Setúbal).
Só resta a certeza na incerteza, egocentrismo e inconstância de Trump.
A sinóloga Yun Sun publicou na Foreign Affairs um ensaio alarmante sobre os planos de Xi Jinping para Taiwan já em 2026. Tese central? As esferas de influência, quando nascem, são para todos. E Trump não parece particularmente comprometido com a defesa de Taipé se puder obter benefícios comerciais ou financeiros de Pequim.
Neste universo mental, a política internacional não é um confronto entre regimes com valores incompatíveis. É uma sequência de pareceres jurídicos, notas de rodapé e interpretações doutrinárias que fazem jurisprudência gerando precedente em que a moral é relativa.
Líder norte-americano continua a pressionar o regime chavista.
USS Gerald Ford, o porta-aviões mais avançado da marinha dos Estados Unidos, transporta nomeadamente quatro esquadrilhas de aviões de combate e é acompanhado por três cruzadores lança-mísseis.
“S” sentiu que aquele era o instante de glória que esperava. Subiu a uma carruagem, ergueu os braços em triunfo e, no segundo seguinte, o choque elétrico atravessou-lhe o corpo. Os camaradas de protesto, os mesmos que minutos antes gritavam palavras de ordem sobre solidariedade e justiça, recuaram. Uns fugiram, outros filmaram.
Ativistas foram detidos durante um protesto pacífico e silencioso esta tarde.
“Marchas marítimas” vão decorrer nos estados de Anzoátegui, La Guaira, Miranda, Falcón, Nueva Esparta, Zulia, Aragua e Sucre.
As forças armadas norte-americanas dispararam na terça-feira contra um “barco que transportava droga”.
Pagam mal, ou nem pagam, criticam os músicos. Os protestos fazem-se ouvir nas últimas semanas e alguns saem da plataforma, em que o CEO investe mais de 500 milhões para fins militares. Alex FX, referência na música eletrónica, explica à SÁBADO os meandros deste suporte digital onde esteve mais de quatro anos. Nada ganhou em royalties.
A Cimeira de Haia aproxima-se e a realidade começa a chocar-nos de frente. O problema é que, de Washington, continua a haver uma dissonância entre o que Trump diz (quer a paz e estará furioso com Putin) e o que a Administração realmente faz (corta as vazas de Kiev para a NATO). Valha-nos Merz e a nova assertividade alemã.
O chefe de Estado brasileiro está no fórum China-CELAC (Comunidade de Estados Latino-Americanos e das Caraíbas), a decorrer na capital chinesa.