Miragens, delírios e triunfos
Só resta a certeza na incerteza, egocentrismo e inconstância de Trump.
Só resta a certeza na incerteza, egocentrismo e inconstância de Trump.
A sinóloga Yun Sun publicou na Foreign Affairs um ensaio alarmante sobre os planos de Xi Jinping para Taiwan já em 2026. Tese central? As esferas de influência, quando nascem, são para todos. E Trump não parece particularmente comprometido com a defesa de Taipé se puder obter benefícios comerciais ou financeiros de Pequim.
Neste universo mental, a política internacional não é um confronto entre regimes com valores incompatíveis. É uma sequência de pareceres jurídicos, notas de rodapé e interpretações doutrinárias que fazem jurisprudência gerando precedente em que a moral é relativa.
Líder norte-americano continua a pressionar o regime chavista.
USS Gerald Ford, o porta-aviões mais avançado da marinha dos Estados Unidos, transporta nomeadamente quatro esquadrilhas de aviões de combate e é acompanhado por três cruzadores lança-mísseis.
“S” sentiu que aquele era o instante de glória que esperava. Subiu a uma carruagem, ergueu os braços em triunfo e, no segundo seguinte, o choque elétrico atravessou-lhe o corpo. Os camaradas de protesto, os mesmos que minutos antes gritavam palavras de ordem sobre solidariedade e justiça, recuaram. Uns fugiram, outros filmaram.
Ativistas foram detidos durante um protesto pacífico e silencioso esta tarde.
“Marchas marítimas” vão decorrer nos estados de Anzoátegui, La Guaira, Miranda, Falcón, Nueva Esparta, Zulia, Aragua e Sucre.
As forças armadas norte-americanas dispararam na terça-feira contra um “barco que transportava droga”.
Pagam mal, ou nem pagam, criticam os músicos. Os protestos fazem-se ouvir nas últimas semanas e alguns saem da plataforma, em que o CEO investe mais de 500 milhões para fins militares. Alex FX, referência na música eletrónica, explica à SÁBADO os meandros deste suporte digital onde esteve mais de quatro anos. Nada ganhou em royalties.
A Cimeira de Haia aproxima-se e a realidade começa a chocar-nos de frente. O problema é que, de Washington, continua a haver uma dissonância entre o que Trump diz (quer a paz e estará furioso com Putin) e o que a Administração realmente faz (corta as vazas de Kiev para a NATO). Valha-nos Merz e a nova assertividade alemã.
O chefe de Estado brasileiro está no fórum China-CELAC (Comunidade de Estados Latino-Americanos e das Caraíbas), a decorrer na capital chinesa.
Se nas mais altas instâncias da União Europeia e em demasiados dos seus Estados Membros reina um cúmplice silêncio acerca do genocídio praticado à frente dos olhos de todos nós (todos, todos, todos) pelas forças militares israelitas na Faixa de Gaza, como esperar que sejam recordados todos esses outros massacres?
«Já encontraste alguma coisa de muito terrível, de muito criminoso, de insensato, em que os intelectuais não pensassem e de que não quisessem servir-se para renovar o mundo?»
A invasão da Ucrânia gerou a onda de choque que gerou precisamente porque rompeu com a ordem estabelecida, assente na recusa das disputas territoriais diretas entre Estados do mundo "desenvolvido". Poderá inclusive dizer-se que o colonialismo puro e duro nunca desapareceu por completo.
Trump parece a resposta cósmica a todas as preces da esquerda mais radical. Por cá, Ventura em São Bento e Gouveia e Melo a caminho de Belém talvez sejam a resposta à paralisia.