Huthis comprometem-se a não atacar navios europeus no Mar Vermelho
Huthis enviaram uma carta com este compromisso em 10 de setembro, dirigida ao Serviço Europeu para a Ação Externa da União Europeia.
Huthis enviaram uma carta com este compromisso em 10 de setembro, dirigida ao Serviço Europeu para a Ação Externa da União Europeia.
Os rebeldes Houthis divulgaram, no domingo, imagens das operações de busca por sobreviventes após um bombardeamento que atingiu uma prisão em Al-Hazm, capital da província iemenita de Al-Jawf. As imagens mostram equipas de socorro a remover escombros e feridos a receber tratamento hospitalar.
De acordo com um comunicado divulgado pela agência de notícias iemenita SABA, ataques contra torres de telecomunicações em Al-Jawf, junto à fronteira com a Arábia Saudita, provocaram a morte de quatro trabalhadores e feriram outros três.
Os rebeldes do Iémen aumentam capacidade de controlo no estreito de Bab el-Mandeb, a rota alternativa ao Estreito de Ormuz.
O presidente norte-americano avançou que deverá ser alcançado um acordo de paz até quinta-feira.
Milhares de pessoas manifestaram-se, este sábado, em Aden, no sul do Iémen, em apoio ao Conselho de Transição do Sul, um grupo separatista apoiado pelos Emirados Árabes Unidos. O protesto surge um dia depois do movimento anunciar a sua dissolução, num contexto de fortes tensões e confrontos com o governo iemenita reconhecido internacionalmente.
País cancelou o pacto de defesa com os Emirados Árabes Unidos.
O incidente foi relatado na terça-feira pela missão naval da União Europeia.
"Os três ataques causaram mais danos do que as perdas provocadas pela coligação internacional em oito anos", disse o diretor do aeroporto de Sana, Khaled al-Shaief, numa conferência de imprensa realizada um dia depois de Israel ter bombardeado as instalações e destruído um avião da companhia aérea nacional Yemen Airways.
As Forças de Defesa Israelitas avançaram não ter "registado qualquer ferido".
Os rebeldes huthis do Iémen integram o chamado "Eixo da Resistência", uma coligação liderada pelo Irão de que fazem parte também, entre outros, o grupo extremista palestiniano Hamas e o libanês Hezbollah.
O navio foi visado, porque se dirigia a um porto de Israel, segundo o porta-voz dos hutis, afirmando que não cessariam as suas operações contra qualquer navio com ligações ao Estado judaico até ao fim da ofensiva israelita contra a Faixa de Gaza.
A afirmação surge depois de o exército israelita ter anunciado que intercetou um míssil sobre o Mar Vermelho, lançado do Iémen nas primeiras horas da manhã.
Além das penas de morte, os Huthis - que controlam uma parte significativa do país - condenaram 23 homens à prisão e aplicaram penas que vão até aos dez anos.
Ativistas pintaram a frase "Israel mata, Portugal apoia" no portão do edifício. PSP foi chamada ao local.
Os Houthis não teriam a capacidade de operar a este nível sem o fornecimento de armas, treino e inteligência vindos do Irão e do Hezbollah, seus parceiros na chamada Aliança da Resistência.