Trump afirma que Estreito de Ormuz vai reabrir "em breve" e ameaça atacar o Irão se não houver acordo de paz até quinta-feira
O presidente norte-americano avançou que deverá ser alcançado um acordo de paz até quinta-feira.
O presidente norte-americano avançou que deverá ser alcançado um acordo de paz até quinta-feira.
Milhares de pessoas manifestaram-se, este sábado, em Aden, no sul do Iémen, em apoio ao Conselho de Transição do Sul, um grupo separatista apoiado pelos Emirados Árabes Unidos. O protesto surge um dia depois do movimento anunciar a sua dissolução, num contexto de fortes tensões e confrontos com o governo iemenita reconhecido internacionalmente.
País cancelou o pacto de defesa com os Emirados Árabes Unidos.
O incidente foi relatado na terça-feira pela missão naval da União Europeia.
"Os três ataques causaram mais danos do que as perdas provocadas pela coligação internacional em oito anos", disse o diretor do aeroporto de Sana, Khaled al-Shaief, numa conferência de imprensa realizada um dia depois de Israel ter bombardeado as instalações e destruído um avião da companhia aérea nacional Yemen Airways.
As Forças de Defesa Israelitas avançaram não ter "registado qualquer ferido".
Os rebeldes huthis do Iémen integram o chamado "Eixo da Resistência", uma coligação liderada pelo Irão de que fazem parte também, entre outros, o grupo extremista palestiniano Hamas e o libanês Hezbollah.
O navio foi visado, porque se dirigia a um porto de Israel, segundo o porta-voz dos hutis, afirmando que não cessariam as suas operações contra qualquer navio com ligações ao Estado judaico até ao fim da ofensiva israelita contra a Faixa de Gaza.
A afirmação surge depois de o exército israelita ter anunciado que intercetou um míssil sobre o Mar Vermelho, lançado do Iémen nas primeiras horas da manhã.
Além das penas de morte, os Huthis - que controlam uma parte significativa do país - condenaram 23 homens à prisão e aplicaram penas que vão até aos dez anos.
Ativistas pintaram a frase "Israel mata, Portugal apoia" no portão do edifício. PSP foi chamada ao local.
Os Houthis não teriam a capacidade de operar a este nível sem o fornecimento de armas, treino e inteligência vindos do Irão e do Hezbollah, seus parceiros na chamada Aliança da Resistência.
A Marinha britânica tinha alertado anteriormente que um navio foi atingido por um 'drone' nas costas do Iémen, provocando um incêndio que já terá sido extinto.
EUA dizem que míssil foi disparado contra navio de guerra. Incidente ocorre depois de norte-americanos e britânicos bombardearem alvos hutis no Iémen.
Há centenas de pessoas à deriva. Treze já morreram. Proibidos de ajudar, ativistas polacos arriscam a prisão para as salvar e deambulam à noite com roupa e alimentos.
O documento, que data de 4 de abril de 2016 e até agora secreto, descreve os contactos dos terroristas com cidadãos sauditas nos Estados Unidos.