Navios da Marinha dos EUA atravessam estreito de Ormuz para iniciar remoção de minas
A marinha norte-americana iniciou este sábvado o processo de criação de uma nova rota pelo estreito durante o cessar-fogo com o Irão.
A marinha norte-americana iniciou este sábvado o processo de criação de uma nova rota pelo estreito durante o cessar-fogo com o Irão.
No dia em que as delegações norte-americana e iraniana chegaram ao Paquistão para conversações de paz, Trump mostrou-se seguro de que o estreito abrirá “em breve”, sem que surjam portagens “em águas internacionais”.
Reacendem-se os receios de perturbações significativas para a economia mundial após um mês de guerra no Médio Oriente.
Houthis do Iémen apoiam Irão e estão a postos para fechar a passagem que no Médio Oriente tem sido a alternativa a Ormuz.
“O inimigo deve saber que uma guerra terrestre será mais perigosa, mais cara e irreparável”, avisou Ali Jawanshahi, comandante do exército iraniano.
Dizem tratar-se da primeira fase de uma intervenção militar direta em apoio ao Irão e aos aliados no Médio Oriente.
A Alta Representante da UE para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança referia-se à missão naval “Aspides”, que visa proteger navios comerciais e mercantes no Mar Vermelho, e que poderia eventualmente ser mobilizada para o Estreito de Ormuz caso os 27 assim o decidissem.
Além da ameaça de terrorismo, a Europol refere também que "o risco de ciberataques direcionados a infraestruturas e empresas ocidentais também pode aumentar caso o conflito se mantenha".
Israel e EUA lançaram sábado um ataque militar contra o Irão, para "eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano", que acabou por vitimar o Líder Supremo.
País cancelou o pacto de defesa com os Emirados Árabes Unidos.
A diplomacia iraniana considerou que a resolução viola “especialmente o direito à autodeterminação e ao estabelecimento de um Estado palestiniano independente com Jerusalém oriental como capital”.
O 'Hellas Afrodite', com bandeira maltesa, transportava uma carga de gasolina da Índia para a África do Sul quando foi intercetado.
Zayed e o escritor Oras Al Iryani estão desaparecidos desde a última semana de setembro, depois de terem sido detidos pelos huthis na capital.
O Irão sublinhou que a cessação dos ataques “não isenta” os Estados e as instituições internacionais da obrigação de “investigar e processar os crimes de guerra e os crimes contra a humanidade” cometidos por Israel em Gaza.
O incidente foi relatado na terça-feira pela missão naval da União Europeia.
O ministro da Defesa israelita, Israel Katz, também comparou a atual ameaça Huthi à do Irão.