Irão: Teerão seleciona navios aliados que podem atravessar Estreito de Ormuz
Nos últimos dois dias, pelo menos quatro navios saíram do Estreito de Ormuz através do canal Larak-Qeshm, junto à costa iraniana.
Nos últimos dois dias, pelo menos quatro navios saíram do Estreito de Ormuz através do canal Larak-Qeshm, junto à costa iraniana.
Primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, considera que aquela região do Médio Oriente é economicamente "vital".
As autoridades iranianas reconheceram a morte de milhares de pessoas, mas disseram que a grande maioria eram membros das forças de segurança ou transeuntes mortos por terroristas ao serviço dos Estados Unidos e de Israel.
Os ministros dos Negócios Estrangeiros (MNE) da União Europeia reúnem-se hoje em Bruxelas para decidir novas sanções à Rússia e aos responsáveis pela repressão no Irão, devendo também discutir a situação na Síria, Palestina e República Democrática do Congo.
País foi abalado nas últimas semanas por manifestações anti-regime.
Números são da Human Rights Activists News Agency.
Advogado exilado contou ao 'El Mundo' que o número de mortos no Irão é muito superior ao que se tem relatado e que a vida está tão cara que "comer ovos tornou-se um luxo".
No Irão, pelo menos 538 pessoas morreram na sequência de manifestações que começaram a 28 de dezembro, em protesto contra a crise económica e o custo de vida.
O anterior número oficial de vítimas dos ataques israelitas dado por Teerão, datado de 15 de junho, era de 224 mortos, incluindo civis, comandantes militares e cientistas nucleares.
Os dois jovens foram condenados por "incentivar à corrupção e à prostituição pública" por estarem a dançar em público em Teerão. Astiaj estava sem véu.
ONG avança que estarão detidas cerca de 20.000 pessoas, incluindo 110 que correm o risco de sentenças de morte sob a lei islâmica.
Majid Reza Rahnavard é a segunda pessoa a ser executada em público depois da morte de Mohsen Shekari, condenado por ferir membros das forças de seguranças do Irão.
Organizações de direitos humanos estimam que 488 manifestantes tenham já perdido a vida, dos quais 62 pertenceriam a forças policiais e 68 seriam menores de idade.
A morte de Mahsa Amini nas mãos da polícia da moralidade tem causado fortes reivindicações no país. No desporto, foram já vários os atletas que se uniram à causa.
O secretário para a Promoção da Virtude e a Prevenção do Vício do Irão anunciou que o governo está a planear usar tecnologia de vigilância contra mulheres em locais públicos.
Navid Afkari foi preso em setembro de 2018 por participação em manifestações ilegais, insulto ao líder supremo, roubo, inimizade em relação a Deus e homicídio.