Irão: Duas mulheres condenadas à morte por ligações aos protestos antigovernamentais de janeiro
Taraneh Rahimi e Leila Abolhasani foram julgadas no âmbito de processos distintos relacionados com incidentes ocorridos em Isfahan.
Taraneh Rahimi e Leila Abolhasani foram julgadas no âmbito de processos distintos relacionados com incidentes ocorridos em Isfahan.
O ministro israelita avisou ainda que quaisquer ações contra Israel "agravarão os danos económicos e estratégicos" do Irão, levando "ao colapso das suas capacidades".
Donald Trump ameaçou, no domingo, atacar centrais elétricas e pontes no Irão caso Teerão não reabrisse o Estreito de Ormuz, sendo que alvos civis já foram atingidos nas últimas semanas.
As empresas Cisco Systems, HP, Intel, Microsoft, IBM, Nvidia e Boeing são referidas como potenciais alvos.
Nos últimos dois dias, pelo menos quatro navios saíram do Estreito de Ormuz através do canal Larak-Qeshm, junto à costa iraniana.
Primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, considera que aquela região do Médio Oriente é economicamente "vital".
As autoridades iranianas reconheceram a morte de milhares de pessoas, mas disseram que a grande maioria eram membros das forças de segurança ou transeuntes mortos por terroristas ao serviço dos Estados Unidos e de Israel.
Os ministros dos Negócios Estrangeiros (MNE) da União Europeia reúnem-se hoje em Bruxelas para decidir novas sanções à Rússia e aos responsáveis pela repressão no Irão, devendo também discutir a situação na Síria, Palestina e República Democrática do Congo.
País foi abalado nas últimas semanas por manifestações anti-regime.
Números são da Human Rights Activists News Agency.
Advogado exilado contou ao 'El Mundo' que o número de mortos no Irão é muito superior ao que se tem relatado e que a vida está tão cara que "comer ovos tornou-se um luxo".
No Irão, pelo menos 538 pessoas morreram na sequência de manifestações que começaram a 28 de dezembro, em protesto contra a crise económica e o custo de vida.
O anterior número oficial de vítimas dos ataques israelitas dado por Teerão, datado de 15 de junho, era de 224 mortos, incluindo civis, comandantes militares e cientistas nucleares.
Os dois jovens foram condenados por "incentivar à corrupção e à prostituição pública" por estarem a dançar em público em Teerão. Astiaj estava sem véu.
ONG avança que estarão detidas cerca de 20.000 pessoas, incluindo 110 que correm o risco de sentenças de morte sob a lei islâmica.
Majid Reza Rahnavard é a segunda pessoa a ser executada em público depois da morte de Mohsen Shekari, condenado por ferir membros das forças de seguranças do Irão.