Cidadãos da Guiné-Bissau passam a pagar caução de €13.700 para pedir visto aos EUA
Também o Botsuana, o Butão, a Guiné-Conacri, a Namíbia, a República Centro-Africana e o Turquemenistão terão de pagar uma caução de 13 mil euros.
Também o Botsuana, o Butão, a Guiné-Conacri, a Namíbia, a República Centro-Africana e o Turquemenistão terão de pagar uma caução de 13 mil euros.
Seis opositores políticos detidos desde o golpe de Estado militar de 26 de novembro foram libertados na terça-feira. ONU diz que "é preciso fazer mais".
Por trás desse incidente, revela-se um problema mais profundo: a frágil consolidação do Estado de Direito na Guiné-Bissau.
Em causa está o golpe de estado ocorrido a 26 de novembro de 2025.
À margem de uma reunião ministerial no quartel-general da NATO, em Bruxelas, o ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal lamentou que o golpe de Estado.
Juiz Idriça Djalo anunciou que não tem condições de continuar com o processo eleitoral.
O alto comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos expressa também preocupação "com relatos de que as forças de segurança usaram força desnecessária ou desproporcional, incluindo munição real, para dispersar manifestantes pacíficos após o golpe na capital, Bissau".
Um grupo de militares anunciou na quarta-feira ter tomado o poder na Guiné-Bissau e ter destituído o Presidente, Umaro Sissoco Embaló, que viajou entretanto para o Senegal.
O Conselho, em linha com a política de “tolerância zero” da UA em relação a “mudanças inconstitucionais de governo”, classificou a revolta como “um grave atentado contra a ordem democrática e constitucional”.
Por determinação do Alto Comando Militar, que tomou o poder no país esta semana.
"Quando o Sissoco estava a fazer as maiores barbaridades da história, o Marcelo foi lá, o António Costa foi lá, foram branquear aquilo que ele estava a fazer", disse a ex-ministra guineense.
Militares tomaram o poder e suspenderam as eleições pouco antes da proclamação dos resultados.
Umaro Sissoco Embaló viajou para o Senegal, após golpe de Estado.
Militares tomaram o poder quarta-feira e suspenderam todos os meios de comunicação social, violando assim o direito à informação.
Companhia aérea estará a avaliar a situação que se vive atualmente em Bissau.
Informação está a ser veiculada nas redes sociais de meios de comunicação guineenses.