Festival Alive regressa ao Passeio Marítimo de Algés em 8, 9 e 10 de julho
No último dia do festival, Álvaro Covões fez o balanço desta edição e anuncia as datas do próximo ano.
No último dia do festival, Álvaro Covões fez o balanço desta edição e anuncia as datas do próximo ano.
O recinto abre às 14h e este ano há oito palcos. Só há bilhetes à venda para o primeiro dia, esta quinta-feira, 9 de julho. Há reforço de comboios e "shuttles" da Carris para sair do festival.
O regime cubano, que passou mais de 60 anos a acreditar que a economia podia ser gerida como quem organiza uma festa de aniversário, "tu levas os salgadinhos, eu trato dos refrigerantes e o Estado decide quanto custa cada um", descobriu agora uma realidade surpreendente: tabelar preços produz escassez, filas, mercado paralelo, corrupção e desinvestimento.
O coletivo regressa aos palcos este ano, com concerto marcado para 11 de julho, no festival NOS Alive.
No papel, é uma solução que visa “estabilidade”. Na realidade, é um pacto cheio de contradições, construído em cima de oito anos de antagonismo feroz.
"Não será construída a mesquita. Não será construída a Praça da Mouraria", afirmou a vereadora do Urbanismo, Joana Almeida.
E com a implosão da União Europeia, o que acontecerá a seguir será o fim do Estado de Direito e da Democracia, aquela que demorou séculos a ser construída.
O PS afundou a imigração na voragem burocrática. O PSD abraçou uma visão trumpiana da política de expulsões. Seria bom que um e outro parassem para refletir melhor.
Várias associações alertaram para os efeitos prejudiciais na Natureza da lei e mesmo associações que tinham sido ouvidas reforçam que o diploma deve ser revisitado.
O recém-eleito presidente da direção do Instituto de Apoio à Criança defende que não há temas tabus e que devemos explicar o que são abusos sexuais aos filhos, porque informar é proteger. O psicólogo alerta para a dependência dos telemóveis e pede bom senso.
Marcelo Rebelo de Sousa salientou que a dignidade da pessoa tem de ser sinónimo de liberdade e de igualdade.
Os governantes e líderes dos maiores partidos visitam os bairros com mais exclusão antes de eleições, notam as associações de moradores ouvidas pela SÁBADO. Para o Presidente da República ir é crucial, até porque “o ritmo da mudança não para de aumentar, desafiando estruturas públicas preparadas para a realidade de há 30, 20 ou 10 anos”.
Os cidadãos dos EUA e muito particularmente as cidadãs, irão igualmente sofrer os efeitos das políticas que Trump e os seus apaniguados irão pôr em prática.
A extrema-direita de Ventura quer transformar a polícia democrática, submetida à Constituição, à lei, aos tribunais e governos, numa força de vingadores. A extrema-esquerda quer diabolizar a polícia ao ponto ter por cá o seu Black Lives Matter.
Sabemos que a percepção de insegurança é desproporcional à insegurança real, mas mesmo essa percepção é já em si um problema. Nas cidades, há guetos, há bairros sociais, há zonas de miséria e degradação.
Deu entrada no Parlamento uma proposta semelhante à já aprovada nos Açores, que retira prioridade a desempregados. A SÁBADO ouviu Gabriela Portugal e Elísio Estanque sobre a importância que as creches podem ter para os filhos de pais com mais necessidades económicas.