Irão: Guarda Revolucionária confirma morte de líder da milícia Basij
Anteriormente, Israel tinha reivindicado que eliminou o comandante do grupo de voluntários da organização paramilitar, num ataque em Teerão.
Anteriormente, Israel tinha reivindicado que eliminou o comandante do grupo de voluntários da organização paramilitar, num ataque em Teerão.
O estreito de Ormuz é considerado um enclave energético estratégico por nele passar cerca de 20% do petróleo mundial e grande parte de minerais estratégicos.
O exército israelita revelou ainda que "concluiu uma nova onda de ataques à capital iraniana".
Masoud Pezeshkian sugeriu que os ataques foram causados por falhas de comunicação e atribuiu-as ao assassinato do aiatola uma vez que a Guarda Revolucionária do Irão responde diretamente ao líder supremo.
O petroleiro tinha um contrato com a petrolífera estatal do Iraque, SOMO, e dirigia-se a um terminal iraquiano para carregar 80.000 toneladas métricas de combustível iraquiano, informaram uma fonte iraquiana e um agente marítimo.
O quartel-general da Guarda Revolucionária do Irão e o Tribunal Revolucionário Islâmico, em Teerão, ficaram destruídos após os ataques dos EUA e Israel.
Trump anunciou que "pior está para breve", Irão diz que "não vai negociar" e estreito de Ormuz foi fechado.
Depois de Estados Unidos e Israel terem abatido o líder supremo do Irão foram várias as outras caras importantes do regime que também foram eliminadas. Entre elas estão membros dos serviços de inteligência e das forças armadas.
O presidente norte-americano apelou também à Guarda Revolucionária do Irão que deponha as armas.
Criada após a Revolução Islâmica de 1979, a Guarda Revolucionária tornou-se um dos principais pilares do regime iraniano, respondendo diretamente ao líder supremo, o ayatollah Ali Khamenei. A União Europeia decidiu, no final de janeiro, sancionar a força pelo seu papel na repressão interna, classificando-a como organização terrorista.
Os ministros dos Negócios Estrangeiros (MNE) da União Europeia reúnem-se hoje em Bruxelas para decidir novas sanções à Rússia e aos responsáveis pela repressão no Irão, devendo também discutir a situação na Síria, Palestina e República Democrática do Congo.
A presidente da Iniciativa Liberal, Mariana Leitão, e outros membros do partido participaram na marcha, que partiu do Marquês de Pombal em direção ao Terreiro do Paço.
Os meios de comunicação estatais iranianos informaram que mais de um milhão de pessoas participaram no cortejo fúnebre, o que foi impossível de confirmar de forma independente, mas a multidão compacta encheu a principal via pública de Teerão ao longo de todo o percurso de 4,5 quilómetros.
Uma queixa criminal apresentada no tribunal federal de Manhattan alega que um funcionário não identificado da Guarda Revolucionária do Irão instruiu um membro, em setembro passado, num plano para vigiar e, em última instância, matar Trump.
Ali Khamenei reagiu ao ataque ao provável sucessor do líder do Hezbollah e prometeu que se Israel retaliar, Teerão já sabe o que fará.