Estados Unidos negam que navio tenha sido atingido por mísseis iranianos
Desmentido surge depois de o Irão ter anunciado um ataque contra uma fragata norte-americana.
Desmentido surge depois de o Irão ter anunciado um ataque contra uma fragata norte-americana.
A situação entre os dois países mantém-se num impasse desde que um cessar-fogo entrou em vigor em 8 de abril, após quase 40 dias de ataques aéreos israelitas e norte-americanos contra o Irão e de ataques de retaliação de Teerão na região do Médio Oriente.
No mesmo incidente, outras duas pessoas ficaram feridas.
Filipe Pathé Duarte refere que “não há uma convergência total" entre os dois aliados uma vez que "Israel não considerará vitória algo que não leve à incapacitação total do seu principal inimigo e de tudo o que ele representa, enquanto Trump parece não estar disposto a tanto”.
O Irão e o Paquistão ainda não confirmaram
O presidente dos EUA ameaçou um bloqueio de entradas e saídas de navios no Estreito de Ormuz.
“Abram o raio do estreito, seus loucos, ou irão viver no inferno”. Presidente norte-americano usa outra vez a sua rede social para fazer ameaças.
As autoridades do Dubai não forneceram informações sobre quem terá levado a cabo o ataque.
Comandante da Marinha da Guarda Revolucionária do Irão desde 2018, figura central da estratégia naval iraniana foi morto, segundo Israel, esta quinta feira, 26, num ataque cirúrgico.
Nas últimas horas, a Guarda Revolucionária do Irão anunciou ter disparado mísseis em direção a diferentes regiões do Golfo.
Anteriormente, Israel tinha reivindicado que eliminou o comandante do grupo de voluntários da organização paramilitar, num ataque em Teerão.
O estreito de Ormuz é considerado um enclave energético estratégico por nele passar cerca de 20% do petróleo mundial e grande parte de minerais estratégicos.
O exército israelita revelou ainda que "concluiu uma nova onda de ataques à capital iraniana".
Masoud Pezeshkian sugeriu que os ataques foram causados por falhas de comunicação e atribuiu-as ao assassinato do aiatola uma vez que a Guarda Revolucionária do Irão responde diretamente ao líder supremo.
O petroleiro tinha um contrato com a petrolífera estatal do Iraque, SOMO, e dirigia-se a um terminal iraquiano para carregar 80.000 toneladas métricas de combustível iraquiano, informaram uma fonte iraquiana e um agente marítimo.
O quartel-general da Guarda Revolucionária do Irão e o Tribunal Revolucionário Islâmico, em Teerão, ficaram destruídos após os ataques dos EUA e Israel.