Irão: Guarda Revolucionária ameaça cobrar por uso de cabos submarinos de Ormuz
A mensagem da Guarda Revolucionária surgiu horas depois de o Governo iraniano ter formalizado a criação de um novo organismo para a gestão do estreito de Ormuz.
A mensagem da Guarda Revolucionária surgiu horas depois de o Governo iraniano ter formalizado a criação de um novo organismo para a gestão do estreito de Ormuz.
Não foram ainda dados detalhes sobre os novos protocolos em vigor no estreito, mas Guarda Revolucionária iraniana diz que "ameaças do agressor foram neutralizadas". Preço do petróleo está em queda.
A situação entre os dois países mantém-se num impasse desde que um cessar-fogo entrou em vigor em 8 de abril, após quase 40 dias de ataques aéreos israelitas e norte-americanos contra o Irão e de ataques de retaliação de Teerão na região do Médio Oriente.
No mesmo incidente, outras duas pessoas ficaram feridas.
Entre Mojtaba Khamenei, o líder supremo 'invisível', o presidente do parlamento e a Guarda Revolucionária, não se sabe ao certo quem está a dar as ordens em tempo de guerra.
Interceção dos navios ocorre depois do presidente norte-americano, Donald Trump ter prorrogado indefinidamente o cessar-fogo com o Irão, que expirava na quarta-feira.
O presidente dos EUA ameaçou um bloqueio de entradas e saídas de navios no Estreito de Ormuz.
O ministro da Defesa israelita, Israel Katz, afirmou, esta segunda-feira, que as Forças de Defesa de Israel “frustraram” um plano de Majid Khademi, chefe dos serviços secretos da Guarda Revolucionária iraniana. Segundo Israel, Majid Khademi morreu no ataque.
As empresas Cisco Systems, HP, Intel, Microsoft, IBM, Nvidia e Boeing são referidas como potenciais alvos.
Comandante da Marinha da Guarda Revolucionária do Irão desde 2018, figura central da estratégia naval iraniana foi morto, segundo Israel, esta quinta feira, 26, num ataque cirúrgico.
Nas últimas horas, a Guarda Revolucionária do Irão anunciou ter disparado mísseis em direção a diferentes regiões do Golfo.
Ali Mohammed Naini terá sido alvo de um ataque aéreo por parte de Israel e dos EUA.
Anteriormente, Israel tinha reivindicado que eliminou o comandante do grupo de voluntários da organização paramilitar, num ataque em Teerão.
O estreito de Ormuz está praticamente fechado devido às ameaças da Guarda Revolucionária iraniana.
Masoud Pezeshkian sugeriu que os ataques foram causados por falhas de comunicação e atribuiu-as ao assassinato do aiatola uma vez que a Guarda Revolucionária do Irão responde diretamente ao líder supremo.
O quartel-general da Guarda Revolucionária do Irão e o Tribunal Revolucionário Islâmico, em Teerão, ficaram destruídos após os ataques dos EUA e Israel.