Primeira-ministra dinamarquesa quer capitalizar tensões sobre a Gronelândia e convoca eleições
Primeira-ministra dinamarquesa quer consolidar o crescente apoio ao seu partido.
Primeira-ministra dinamarquesa quer consolidar o crescente apoio ao seu partido.
Apesar do difícil acesso em áreas remotas e da escassez de pessoal, foram alcançadas melhorias assinaláveis na ilha, que só assumiu a responsabilidade política pelo seu próprio sistema de saúde em 1992.
Mensagem é acompanhada por uma imagem, aparentemente gerada por IA, que mostra o USNS Mercy a navegar em direção a um horizonte de montanhas nevadas.
Primeiro a Gronelândia, depois o ICE, agora a ameaça de "nacionalizar" as eleições nos estados democratas. Só os EUA podem salvar os próprios EUA de Donald Trump.
Veteranos da Dinamarca concentraram-se esta semana à porta da embaixada dos Estados Unidos em Copenhaga para protestar contra alegadas ameaças de tentativas de tomada de controlo da Gronelândia. Os participantes expressaram preocupação com a soberania da ilha e apelam a garantias políticas.
Presidente dos EUA tem afirmado a intenção de controlar a ilha, território autónomo da Dinamarca com cerca de 57 mil habitantes.
O canadiano afirma ser seu "sincero desejo" que todos "possam desfrutar" da sua música na "bela Gronelândia, com a mais alta qualidade", afirmando-se "honrado" pela aceitação da dádiva.
Nunca se ouviu falar tanto da Gronelândia como agora, mas os primeiros registos de habitantes da “terra verde" remetem à pré-história.
Imagem foi partilhada em conta oficial da administração.
A responsável indicou que, para além do investimento, a UE "também pretende aprofundar a cooperação com os Estados Unidos e todos os parceiros sobre o importante tema da segurança do Ártico".
O presidente da França afirmou que o seu país permanece “vigilante” após alguns dias sob ameaças do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre a sua posição em relação à aquisição da Gronelândia.
Jens-Frederik Nielsen defendeu que a nacionalidade, integridade e fronteiras da Gronelândia são “linhas vermelhas” que não querem que ninguém ultrapasse.
Presidente dos Estados Unidos anunciou esta quarta-feira um princípio de acordo sobre o território. Declarações são prestadas numa altura em que a Dinamarca avisa que o secretário-geral da NATO não tem mandato para negociar essa questão.
Fontes garantem que esta ideia já estava a ser pensada há meses e que em nada se relaciona com as crescentes tensões que se têm gerado em torno da Gronelândia.
Declarações de Trump sobre o futuro da Gronelândia levam residentes a preparar-se para eventuais impactos no abastecimento.
O líder russo lembrou ainda que esta questão "não diz respeito" à Rússia e manifestou a sua convicção de que Washington e Copenhaga chegarão a acordo.