Sábado – Pense por si

Revista Sábado investiga negócios de Ricardo Machado, cunhado do ministro Leitão Amaro, em Angola
Carlos Rodrigues Lima

A teia de negócios do cunhado do ministro Leitão Amaro

Em quatro anos, Ricardo Leitão Machado amealhou 450 milhões em Angola. A procuradoria deste país pretende que o empresário, cunhado do ministro António Leitão Amaro, seja constituído arguido por burla qualificada devido aos negócios que realizou. Um tribunal americano deu como provado o seu envolvimento em corrupção de dois quadros da gigante General Eletric. O Millenium BCP deixou-lhe fugir 5 milhões de euros. Documentos a que a SÁBADO teve acesso revelam os contornos dos negócios, as suspeitas de falsificação no Photoshop e a mão invisível da família Dos Santos.

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Manuel António Mota com a mulher e os filhos. Nos anos 60 chegava a estar seis meses fora
Fernando Esteves

As aventuras da família Mota

Nos anos 40, Manuel Mota montou escritório numa pensão em Luanda e em 1962 já tinha o apoio de Wall Street. António Mota expandiu o negócio criado pelo pai.

Muitos portugueses escaparam ao rótulo de "retornado", mas não ao sentimento de perda
Bruno Faria Lopes

"Retornados": histórias dos que não voltaram a Portugal

Milhares de portugueses que saíram de Angola e de Moçambique há 50 anos não vieram para Portugal ou apenas passaram pelo país. Muitos já tinham nascido em África. Houve quem voltasse mais tarde, mas vários continuam fora, onde se relançaram. Escaparam ao rótulo de "retornado", mas não ao sentimento de perda.

Onze mortos em queda de avião no Quénia
Associated Press

Onze mortos em queda de avião no Quénia

Um acidente aéreo em Kwale, no Quénia, matou 11 pessoas, na sua maioria turistas estrangeiros, na madrugada de terça-feira. O avião explodiu em chamas e caiu numa área montanhosa e florestal, deixando destroços carbonizados no local.

Incêndio em Arganil mobiliza 118 operacionais e meios aéreos
Lusa

Fogo em Arganil mobiliza quase 120 operacionais

O Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil da Região de Coimbra informou que, pelas 17:30, o incêndio ainda se encontrava ativo, "com uma frente, de cerca de 200 metros".

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