O poder dos cartéis à solta no México
Controlam um terço do território e enfrentam o Governo com arsenais de guerra e mercenários com experiência na Ucrânia. A morte de um líder lançou o caos nas ruas.
Controlam um terço do território e enfrentam o Governo com arsenais de guerra e mercenários com experiência na Ucrânia. A morte de um líder lançou o caos nas ruas.
El Mencho foi ferido no domingo durante uma operação militar na cidade de Tapalpa e morreu durante o transporte de avião para a Cidade do México.
Estava na lista dos homens mais procurados, tanto do México como dos EUA, e foi morto este domingo numa operação conjunta.
O cartel que liderava é suspeito de enviar largas quantidades de droga para os EUA. Depois da sua morte protestos surgiram em vários pontos do México.
A associação "We Pay the Tariffs" exige indemnizações por perdas económicas apesar de não seja claro como serão calculados os danos.
A melhor, ainda que incerta, salvaguarda de Sheinbaum ante a ameaça de ataques norte-americanos é o Mundial de Futebol que em Junho começa a rolar no México, Estados Unidos e Canadá
P. Diddy e Luigi Mangione são alguns dos detidos que já passaram pelo Centro de Detenção Metropolitano de Brooklyn.
Francisco Pereira Coutinho, especialista em direito internacional, questiona a legalidade do ataque, uma vez que “não houve sequer uma tentativa de o justificar".
A ordem executiva mais recente classifica o fentanil como uma "arma de destruição massiva".
Casa Branca diz que opioide está a ser utilizado por grupos terroristas.
A Venezuela, que possui uma das maiores reservas de petróleo do mundo, tem acusado Washington de tentar roubar os seus recursos.
Uma das promessas do presidente dos Estados Unidos durante a campanha eleitoral foi precisamente promover a paz. Estará essa intenção em causa?
A Purdue Pharma é considerada uma das empresas com maior papel na crise dos opióides, ligada a 900 mil mortes nos EUA desde 1999.
EUA lançaram a "Operação Lança do Sul", de combate ao narcotráfico na região.
Uma decisão contra as tarifas seria "devastadora para o nosso país", afirmou Donald Trump.
Mas, afinal, Trump quer tarifas ou não quer tarifas? O Presidente dos EUA ameaça esmagar a China com taxas alfandegárias e diz que isso é "tornar a América grande outra vez". O Presidente dos EUA encontra-se com o homólogo chinês, recua gloriosamente nas tarifas ao rival e declara enorme vitória. Aconteça o que acontecer, Trump autointitula-se vencedor do que ocorre. Porquê? Porque pode.