Casos de candida auris em Portugal: "Qualquer pessoa já a pode ter tido sem saber"
O infeciologista Jaime Nina explica que não há motivo para alarmes apesar do alerta do Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças.
O infeciologista Jaime Nina explica que não há motivo para alarmes apesar do alerta do Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças.
Esclarecimento surge depois de o Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge ter anunciado que foram confirmados casos de infeção pelo fungo Candida auris entre 2022 e 2025 em amostras clínicas de hospitais públicos.
"O advogado dos estudantes também nunca contactou a Faculdade de Medicina", lamentou o diretor.
"Os dados indicam que isso parece ser suficiente não só para atrasar o início da doença, mas também para atrasar a progressão da doença quando esta já começou a manifestar-se", refere Camila Portugal.
Médico e Professor Catedrático da Faculdade de Medicina do Porto teme que haja obrigação "devido à 'falência' do SNS".
Cada pessoa sente a dor de forma diferente, porque as vivências da infância e juventude influenciam a forma como o cérebro a interpreta. Tratá-la é vital e exige várias terapias. Se não o fizer arrisca-se a perder capacidades cognitivas.
No Porto, vai avançar um estudo para avaliar o grau de conhecimento dos profissionais de saúde e das pacientes sobre este medicamento, usado em Portugal para tratar epilepsia, doença bipolar e enxaqueca.
O médico patologista Fernando Schmitt é um dos maiores especialistas mundiais em cancro da mama e coordena o laboratório RISE, que pretende estimular a investigação clínica em Portugal. Alerta para "dados preocupantes" e quer desmistificar tratamentos.
Médico no Porto, foi já secretário de Estado da saúde ("o melhor dos Governos de Costa") e esteve à frente do São João, no Porto, durante a pandemia. É amigo do ministro e um homem da sua confiança.
Análise está a ser realizada pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto e pelo Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar.
O corpo do rei D. Pedro IV encontra-se na cidade brasileira de São Paulo, já o seu coração está ao cuidado da Irmandade de Nossa Senhora da Lapa, no Porto.
A doença não tem cura e afeta um em cada três portugueses – mas tem vários tratamentos. Os especialistas aconselham a fazer mais do que uma terapêutica e a não desistir perante o que parece ser impossível de derrotar.
Em Itália, Grécia e França, profissionais de saúde serão obrigados a vacinar-se. Bastonários descartam possibilidade em Portugal, um país que sempre aderiu a vacinas e onde casos de médicos ou enfermeiros que não se queiram vacinar são residuais.
Ansiedade, depressão, exaustão, falta de sono e esgotamento. A pandemia aumentou os riscos da saúde mental dos portugueses. Treze especialistas explicam à SÁBADO o que pode fazer para enfrentar os males mais comuns e recuperar a autonomia e a autoestima.
Mortes em casa entre os doentes com covid-19 representa 4,3% do total. Especialistas querem divulgação das circunstâncias em que aconteceram estas mortes.
Primeira vacina foi administrada ao infecciologista António Sarmento, diretor do Serviço de Infecciologia do Hospital de São João, no Porto.