Doentes oncológicos em Portugal são dos que mais esperam por fármacos inovadores
Apenas na Roménia, Lituânia e Estónia é preciso esperar mais tempo do que em Portugal para encontrar no mercado um novo fármaco.
Apenas na Roménia, Lituânia e Estónia é preciso esperar mais tempo do que em Portugal para encontrar no mercado um novo fármaco.
É pior que o colesterol mau, porque aumenta seis a sete vezes a probabilidade de um enfarte ou AVC. Não há ainda um fármaco que a consiga reduzir, mas já há ensaios em curso - e testar-se pode evitar o pior.
"O problema não é só meu e há mais pessoas nessa situação", salientou a utente, que foi informada que só voltaria a ter acesso ao medicamento na farmácia do hospital -- comprimidos de toma diária -- "dentro de uma a duas semanas".
Portugal é o segundo país do mundo que mais consome zolpidem, um fármaco para as insónias. Teresa Paiva alerta para o nível de toxidade deste tipo de comprimidos e aconselha outros métodos no combate à falta de sono.
Miguel Oliveira tem 2 anos, foi diagnosticado com atrofia muscular espinhal tipo 1 quando tinha apenas dois meses e fez o fármaco mais caro do mundo aos três. Hoje consegue sentar-se sem dificuldades, come sozinho, só usa o ventilador para dormir. E talvez vá para a escola já no próximo ano.
Deve ser aprovado em Portugal já no final deste ano. O endocrinologista João Jácome de Castro garante que este medicamento promete uma perda de peso média de 22,5% do peso corporal.
Fármaco foi inicialmente concebido para humanos mas irá começar a ser dado a felinos com peritonite infecciosa.
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No Porto, vai avançar um estudo para avaliar o grau de conhecimento dos profissionais de saúde e das pacientes sobre este medicamento, usado em Portugal para tratar epilepsia, doença bipolar e enxaqueca.
Este fármaco é composto por um opiáceo – quando consumido em grandes quantidades provoca dependência. As autoridades nacionais estão alerta.
Uma equipa de cientistas norte-americana desenvolveu um fármaco capaz de parar os espermatozóides durante 30 minutos.
O mecanismo descoberto permite diminuir "em cerca de metade" a dose do fármaco usado para combater o cancro da mama e do ovário, designado taxol.
A 'luz verde' para a utilização do fármaco da Pfizer vai permitir a vacinação de milhares de estudantes antes do início do próximo ano letivo, a meio do segundo semestre.
Dados dos Estados Unidos, onde cerca de 90 mil grávidas já foram vacinadas, indicam que o fármaco à base de uso de tecnologia RNA mensageiro (mRNA) é seguro.
Em experiências realizadas em animais com o fármaco plitidepsina, medicamento usado em tumores, o resultado foi uma eficácia antiviral e toxicidade prometedoras.
Durante os primeiros dias do ano não houve vacinação por os stocks do fármaco da Pfizer terem sido esgotados.