Como Donald Trump está a tornar a China grande outra vez
A imprevisibilidade da Casa Branca está a aproximar os seus parceiros tradicionais da China. Cátia Miriam Costa considera que o gigante asiático "se tem revelado mais estável do que os EUA".
A imprevisibilidade da Casa Branca está a aproximar os seus parceiros tradicionais da China. Cátia Miriam Costa considera que o gigante asiático "se tem revelado mais estável do que os EUA".
A ameaça russa é sobre toda a Europa, não apenas sobre o Leste. Mas é nos estados Bálticos que ela é sentida de forma mais evidente e identificada. A revisão estratégica da Segurança e Defesa de França é clara na necessidade de travar a Rússia e fortalecer a Polónia. Que caminho escolheremos em caso de uma incursão báltica de Putin por 2028?
Em Portugal percentagem é ainda mais baixa - 18%, mostra o último inquérito do European Council on Foreign Relations. Portugal é dos mais pessimistas em relação à reeleição de Trump, com 58% a considerarem que será má para a paz no mundo.
Nos primeiros dias na função, António Costa, novo presidente do Conselho Europeu, foi claro na definição do objetivo: envolver o Reino Unido no desafio europeu de construir uma defesa coletiva.
Por outro lado, 58% dos ucranianos acreditam que as suas tropas podem vencer a guerra contra as forças russas, revela inquérito do European Council on Foreign Relations.
O que está verdadeiramente em causa no Pacto sobre Migrações e Asilo da UE, cuja versão final foi aprovada há poucas semanas pelo Parlamento Europeu, com votos contra da Hungria e da Polónia?
A previsão é de um relatório do European Council on Foreign Relations. Politólogo André Freire concorda, mas diz que direitas não são todas iguais. Europeias servem "para mandar mensagens aos governos nacionais".
Pandemia, alterações climáticas, Brexit, acordo comercial UE-EUA, rede 5G e Huwaei, acordo sobre o nuclear do Irão, NATO e multilateralismo. O que podem os europeus esperar, no que toca a estes dossiês-chave, de um Trump bis ou de um novo presidente Biden?
Relatório revela que em Portugal, 73% afirmaram que as suas perceções sobre os EUA tinham piorado" e a maioria, mesmo entre os 21% que afirmaram não ter pior opinião dos EUA, "querem mais cooperação ao nível da UE".
O país continua a testar menos que os outros países escandinavos e, ao contrário deles, não fechou cafés, escolas e restaurantes.
Ao fim de várias semanas a negar a necessidade de instituir medidas de contenção social e manter bares, restaurantes e escolas abertas, até o rei parece ter reconhecido o falhanço.
Um grupo de 50 economistas, ex-chefes de governo e ex-ministros, entre os quais os portugueses Teresa Patrício Gouveia e António Vitorino, apelaram esta quarta-feira aos líderes europeus para serem mais flexíveis perante a Grécia, num manifesto publicado na internet.