A proteína que o pode matar
É pior que o colesterol mau, porque aumenta seis a sete vezes a probabilidade de um enfarte ou AVC. Não há ainda um fármaco que a consiga reduzir, mas já há ensaios em curso - e testar-se pode evitar o pior.
É pior que o colesterol mau, porque aumenta seis a sete vezes a probabilidade de um enfarte ou AVC. Não há ainda um fármaco que a consiga reduzir, mas já há ensaios em curso - e testar-se pode evitar o pior.
Há evidência sobretudo nos tumores colorretais, mas só nalguns grupos de doentes e na prevenção de metástases. Os especialistas não acreditam que o comprimido algum dia seja para toda a gente - mas há estudos a serem feitos em vários tipos de cancro.
No cancro e nas doenças cardiovasculares, as falsas promessas de cura levam pacientes a abandonar tratamentos - e podem contribuir para enfartes. Nas vacinas, são mesmo uma questão de saúde pública. Saiba como as combater.
Várias farmacêuticas estão a desenvolver novos medicamentos análogos do GLP-1, que aumentam a capacidade para tratar a obesidade e a diabetes, mas também podem resolver doenças cardiovasculares, hepáticas e renais - que matam milhares por ano. Falta a comparticipação
Sabemos que a saúde será sempre o maior desafio para um governante que tenha a coragem de ser ministro desta matéria.
Um homem de 78 anos faleceu na terça-feira depois de esperar quase três horas pela ambulância. Vítima ligou três vezes para o 112 mas Luís Mendes Cabral garante que "o INEM não falhou".
As doenças cardiovasculares continuam a ser as que mais matam, mas a ciência resolve-as cada vez melhor. Fazem-se cirurgias de peito aberto sem interromper os batimentos, há miniórgãos criados em laboratório para estudar medicamentos e pensos cardíacos com potencial para regenerar este músculo. Até a insuficiência deixou de ser uma sentença – já é possível viver com um coração artificial.
Ator de 98 anos encontra-se internado desde sexta-feira e está estável
O tempo é crucial e a reabilitação deve começar nas primeiras horas. Razão: quanto mais se espera, menos se recupera. Utilizar a mão com a mesma destreza de antes é um dos desafios mais difíceis.
A comparticipação destes remédios pode ter um custo de €600 milhões por ano. Mas especialistas apontam para os benefícios.
No total representam 8,9% dos utentes inscritos no Serviço Nacional de Saúde.
As projeções não são animadoras: até 2050 prevê-se que o número de demências triplique. Porém, nem tudo são más notícias: é possível mudar de rumo e prevenir quase metade dos casos. Pela primeira vez, em 15 anos, há medicamentos que abrandam a progressão da doença. Mas, a maior parte do trabalho está ao alcance de cada um. Não é preciso nada elaborado, basta estimular o cérebro. Sabia que conversar com os seus amigos cria mais neurónios do que fazer sudokus?
Não faltam argumentos para justificar a gratuidade da vacina contra a pneumonia a todos os maiores de 65 anos. Além de que a melhor estratégia para poupar é prevenir, alerta o especialista da Sociedade Portuguesa de Pneumologia, José Coutinho Costa.
Os pacientes com enfarte precoce apresentaram menos prevalência de hipertensão e diabetes, mas maior prevalência de tabagismo ativo e hipercolesterolemia.
Artista terá sofrido um enfarte depois de um concerto.
A Viatura Médica de Emergência e Reanimação de Bragança, que dista dois quilómetros da casa da vítima, chegou ao local cinco minutos depois de ser ativada.