Sábado – Pense por si

Revista Sábado investiga negócios de Ricardo Machado, cunhado do ministro Leitão Amaro, em Angola
Carlos Rodrigues Lima

A teia de negócios do cunhado do ministro Leitão Amaro

Em quatro anos, Ricardo Leitão Machado amealhou 450 milhões em Angola. A procuradoria deste país pretende que o empresário, cunhado do ministro António Leitão Amaro, seja constituído arguido por burla qualificada devido aos negócios que realizou. Um tribunal americano deu como provado o seu envolvimento em corrupção de dois quadros da gigante General Eletric. O Millenium BCP deixou-lhe fugir 5 milhões de euros. Documentos a que a SÁBADO teve acesso revelam os contornos dos negócios, as suspeitas de falsificação no Photoshop e a mão invisível da família Dos Santos.

Tragédia no Montijo: construtor mata família e suicida-se devido a crise
João Amaral Santos

Crime e Castigo: A tragédia da família Freire

Adelino era construtor no Montijo quando a crise o “apanhou”. A depressão e a loucura levaram-no a matar a mulher e as duas filhas. Depois, cobriu-se com notas de euro e suicidou-se.

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Ricardo Santos

Grupo Altis finalmente no Porto

Já abriu e foi uma das grandes novidades de 2024. O Altis Porto Hotel é um sonho antigo do grupo hoteleiro português e está mesmo ao lado dos jardins do Palácio de Cristal, com vista para o Douro e para a Serra do Pilar.

Ana Taborda

O poder estrangeiro que dominou Portugal

Controlam as maiores companhias cotadas e estratégicas, como a EDP, REN e ANA. Dominam quase todos os bancos e seguradoras. Tornaram-se donos de hospitais privados e de redes de telecomunicações, gerem várias autoestradas. São chineses, angolanos, espanhóis, franceses e de muitos outros locais – onde há dinheiro para investir, o que falta por cá.

António José Vilela

O grande plano de José Veiga para conseguir um banco

Para tentar concretizar os negócios envolveu o então CEO do Banco Carregosa, um alto quadro do BES e Miguel Relvas. A investigação da PJ terminou no fim de 2022, mas o MP adiou o fim do caso porque mandou transcrever de forma integral mais de mil escutas telefónicas. O caso arrasta-se há 10 anos, mas recentemente Veiga conseguiu que um juiz de Cabo Verde lhe libertasse cerca de €60 milhões que estavam apreendidos a pedido das autoridades portuguesas. Depois, tentou transferir quase €37 milhões – e nasceu um novo processo.

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