As nossas universidades foram capturadas por elites medíocres
Como podem as nossas universidades permitir que a avaliação do mérito seja conduzida por quem, objetivamente, apresenta níveis de desempenho muito inferiores aos avaliados?
Como podem as nossas universidades permitir que a avaliação do mérito seja conduzida por quem, objetivamente, apresenta níveis de desempenho muito inferiores aos avaliados?
Quase isolado do meio literário onde foi a grande estrela das últimas décadas, fazia vida junto do povo e dos amigos. Escreveu até ao fim, como forma de se agarrar à vida
A vida de Benfica, a guerra do Ultramar, o hospital psiquiátrico onde trabalhou ou os mais que queridos irmãos são alguns dos temas que passam toda a literatura lobantuniana.
Com os arquivos do caso Epstein à solta, cresceu o apetite em saber mais sobre o assunto. E, com isso, dois documentários do catálogo da Netflix regressaram aos tops. O que nos dizem?
As fontes integrantes do indicador composto do CPI não só não medem todos os fatores ou riscos corruptivos do “setor público”, incluindo administrativo, como integra fatores e riscos corruptivos que respeitam ao sistema e governação política e económico.
António Guterres, secretário-geral da ONU, alertou que o futuro da humanidade não pode ser deixado ao sabor dos "caprichos de alguns multimilionários".
Portugal é um país pobre no papel e importância dos baixos salários, na crise da habitação para os que não tem milhões para comprar casa, na desigualdade e exclusão social, em elites que deslumbradas pela tecnologia estão a destruir o papel fundamental da escola como elevador social, criando gerações que mal falam português, não sabem escrever e não leem.
Autor de um podcast sobre teorias da conspiração desde 2020, publicou agora um livro que fala de 18 das paranoias mais partilhadas pelas pessoas. Destina-se a todos, dos céticos aos conspiradores.
Machado defendeu o "bloqueio do fluxo de dinheiro" que o Governo venezuelano utiliza "para a repressão, corrupção e aumento das atividades criminosas".
Criou um jornal, entrevistou Ramalho Eanes, fez de “segurança” de Salman Rushdie, foi preso numa manifestação em Espanha, levou o seu gabinete no Rato para o sótão quando liderava um PS dividido. Largou tudo – e regressou. Em Belém, os boys ficam à porta, vai haver registo público de reuniões e Presidências Abertas “à Soares”.
Vejamos quem é a verdadeira força motora da investigação Epstein, que está a permitir esta inesperada exposição: as dezenas de mulheres e meninas sobreviventes que escolheram vir a público denunciar a violência a que foram sujeitas.
Apesar da demagogia de carregar garrafas de água e de haver dúvidas sobre a genuinidade da quantidade de precipitação que aparece num dos vídeos em que Ventura se “transveste” de Super Homem, Seguro venceu em toda as zonas atingidas pelas tormentas.
Segundo um dos relatos, o líder dos EUA terá abusado de uma jovem há 25 anos, que na altura teria 13 ou 14 anos.
António José Seguro controlou genericamente um debate que não seria, à partida, decisivo para o desfecho das Presidenciais. Promulgará a reforma laboral se a UGT estiver a bordo, fará um primeiro Conselho de Estado sobre Defesa e vai tentar um "pacto" na Saúde. André Ventura mudou de opinião sobre o reforço dos poderes presidenciais, escorregou na Justiça - e falou quase sempre para a sua base eleitoral.
André Ventura recordou que Paulo Portas fez parte do Governo liderado por Pedro Passos Coelho, quando António José Seguro era secretário-geral do PS.
Trump planeia ficar dois dias no fórum internacional em Davos, depois de ameaçar aplicar tarifas à Dinamarca e a outros sete aliados, a menos que negociem a transferência para a soberania norte-americana do território semiautónomo.