Estudo aponta para recuperação de peso após interrupção do tratamento antiobesidade
De acordo com uma projeção dos investigadores, doentes voltam ao seu peso inicial em média em 18 meses.
De acordo com uma projeção dos investigadores, doentes voltam ao seu peso inicial em média em 18 meses.
A farmacêutica dinamarquesa poderá começar a vender o Wegovy do lado de lá do Atlântico já em janeiro. Luta contra concorrente americana Eli Lilly pelo domínio no setor aquece.
Um destes medicamentos, o Ozempic, também é utilizado para tratar a diabetes tipo 2.
Tratamentos para um mês custarão, na cadeia americana, apenas €427, ou seja, duas vezes menos no caso do Ozempic e três vezes menos no caso do Wegovy. Há ainda outros descontos adicionais para determinados grupos.
Fármacos como o Ozempic ou Zepbound podem ter efeitos em doenças renais, na síndrome do ovário poliquístico ou na apneia do sono. Vários ensaios clínicos estão em curso e as primeiras respostas podem surgir já em 2024.
São muito eficazes, mas têm dois custos. Um é o preço, os injetáveis são caros e não estão comparticipados. Outro são os efeitos secundários. Há pessoas que abandonam a medicação porque passam dias inteiros maldispostas ou a vomitar. Há quem não consiga levantar-se da cama por causa das tonturas e até relatos de pensamentos suicidas associados à toma. Estes fármacos estão indicados para pessoas com excesso de peso e obesidade, mas há muita gente a fazê-los só por vaidade, sem que existam estudos que provem que são seguros quando não há doença.
O medicamento desenvolvido pela Eli Lilly provocou inchaços cerebrais em várias das pessoas que participaram no estudo, mas representa "uma nova era" no combate à doença.
É o segundo medicamento no espaço de um ano a mostrar resultados no atraso da progressão da doença de Alzheimer.
No estudo participaram 1.800 voluntários com uma ligeira deficiência cognitiva ou doença de Alzheimer leve, o grupo teve uma redução do declínio cognitivo em 27%.
As sanções impostas à Rússia e respeitadas pelas farmacêuticas podem cortar o fornecimento de botox à Rússia. Nos últimos anos, surgiram rumores de que o presidente russo recorreu ao produto para realizar intervenções estéticas.
A Agência Europeia do Medicamento (EMA, na sigla em inglês) aprovou, desde o início da pandemia, seis medicamentos para tratar a covid-19.
Foi composta uma lista de 5 terapias de alto potencial para a covid-19 e três devem entrar no mercado antes da chegada do inverno. Para já não existem terapias desenhadas à medida da covid-19.
Recentemente foram identificados fármacos que dão novas esperanças na luta contra o SARS-CoV-2 por apresentarem propriedades antivirais aparentemente mais eficazes do que os utilizados até agora.
Os anticorpos monoclonais eram uma das grandes apostas para o tratamento da doença. Mas parecem pouco eficazes - para já - quando confrontados com as novas variantes.
Remdesivir, plasma de infetados ou o novo medicamento que reduz a carga viral em 99%: a procura por um medicamento eficaz contra a covid-19 continua.
Autorização limita o uso do fármaco a pessoas com mais de 12 anos que tenham apresentado resultados positivos no teste à covid-19 e que estejam em risco de desenvolver um caso grave da doença.