Reality show
Quando a fatura da falência assistida do BES vai em 11 mil milhões de euros, isto é um reality show!?
Quando a fatura da falência assistida do BES vai em 11 mil milhões de euros, isto é um reality show!?
As palavras do Presidente da República tiveram o condão de mostrar a iniquidade do discurso de Aguiar Branco
A tentativa de esvaziar o Tribunal de Contas e entidades da transparência e contas partidárias é um grave atentado à qualidade da democracia.
Hugo Soares, Ana Abrunhosa, Luísa Salgueiro, Américo Aguiar estão juntos na guerra contra o jornalismo e a lei da transparência
A leitura de Saramago e de todos os escritores que nos contam o que foi Portugal debaixo da ditadura é mais do que obrigatória. É vital para quem não quer ser parte de um rebanho.
O governo italiano tentou controlar a justiça com um referendo muito parecido com um manifesto de personalidades que andou por aí
Cunha Rodrigues analisa, em novo livro, o jogo do poder entre justiça e política com enorme atualidade
Trump e Netanyahu mataram milhares de pessoas, asfixiaram a economia global, mas não derrotaram o regime iraniano.
A minha geração tem uma dívida de gratidão com Lobo Antunes e com muitos outros escritores. Ajudaram-nos a ter uma memória e uma consciência sobre a Guerra Colonial
A “cartilha” italiana do Presidente Mattarella tem alguns pontos de contacto com as exigências que se colocam ao Presidente Seguro
A nomeação do ex-diretor-nacional da PJ para ministro da Administração Interna é uma grande carta de Montenegro, mas levanta muitas questões sérias.
Luís Neves já tomou posse como ministro da Administração Interna. O diretor-geral editorial adjunto da Medialivre, Eduardo Dâmaso, considerou que a nomeação de Luís Neves para ministro da Administração Interna "é bastante complexa". Para o jornalista da SÁBADO Alexandre R. Malhado, «isto é uma vitória de Luís Montenegro já».
O negócio foi todo triangulado por Oliveira Costa e Dias Loureiro, nos bastidores do cavaquismo profundo
A SÁBADO teve a oportunidade de passar a manhã do domingo eleitoral com António José Seguro.
"António José Seguro projetou uma ideia de normalidade, (...) já André Ventura optou por uma lógica divisionista, dizendo desde logo que não seria o Presidente de todos os portugueses", destaca o jornalista.
Para lá da lei, foi Cunha Rodrigues que definiu o cargo de procurador-geral. E a sua herança mostra como o processo de nomeação não necessita de corporativismo