Fúria nada épica e sem rumo
Trump e Netanyahu mataram milhares de pessoas, asfixiaram a economia global, mas não derrotaram o regime iraniano.
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A minha geração tem uma dívida de gratidão com Lobo Antunes e com muitos outros escritores. Ajudaram-nos a ter uma memória e uma consciência sobre a Guerra Colonial
A “cartilha” italiana do Presidente Mattarella tem alguns pontos de contacto com as exigências que se colocam ao Presidente Seguro
A nomeação do ex-diretor-nacional da PJ para ministro da Administração Interna é uma grande carta de Montenegro, mas levanta muitas questões sérias.
Luís Neves já tomou posse como ministro da Administração Interna. O diretor-geral editorial adjunto da Medialivre, Eduardo Dâmaso, considerou que a nomeação de Luís Neves para ministro da Administração Interna "é bastante complexa". Para o jornalista da SÁBADO Alexandre R. Malhado, «isto é uma vitória de Luís Montenegro já».
O negócio foi todo triangulado por Oliveira Costa e Dias Loureiro, nos bastidores do cavaquismo profundo
A SÁBADO teve a oportunidade de passar a manhã do domingo eleitoral com António José Seguro.
"António José Seguro projetou uma ideia de normalidade, (...) já André Ventura optou por uma lógica divisionista, dizendo desde logo que não seria o Presidente de todos os portugueses", destaca o jornalista.
Para lá da lei, foi Cunha Rodrigues que definiu o cargo de procurador-geral. E a sua herança mostra como o processo de nomeação não necessita de corporativismo
Ventura elege o ataque ao socialismo para se apresentar como um grande purificador do regime. Com todos os perigos que isso comporta.
O diretor geral editorial adjunto da Medialivre Eduardo Dâmaso considera que António José Seguro foi muito eficaz a “neutralizar André Ventura nalgumas matérias que este utiliza para afirmar o essencial da sua proposta política”.
Colocar António José Seguro na esquerda que sonha com a revolução socialista e não com o reformismo é um delírio
"O PSD não aprendeu nada com a mutação em curso no próprio sistema político eleitoral e organizou uma campanha à antiga, do século passado", disse o diretor-geral editorial adjunto da Medialivre, Eduardo Dâmaso, no NOW.
A jornalista Judite Sousa afirmou no NOW que não vê com surpresa o avanço de Seguro na corrida a Belém. "A segunda mensagem que lhe pode, eventualmente, garantir a eleição presidencial daqui a três semanas, é quando ele diz que é necessário reequilibrar o sistema", disse, acrescentando: "o que ele quer dizer é que temos um Governo de centro-direita, liderado por Luís Montenegro, e precisamos de ter na Presidência da República, depois de dez anos de Cavaquismo e de dez anos de Marcelismo, um candidato de centro-esquerda". Já o diretor-geral editorial adjunto da Medialivre, Eduardo Dâmaso, afirma: "Esta é uma vitória, para já, inteiramente de António José Seguro, porque decidiu avançar sozinho".
A moralidade de Trump patrocina execuções sumárias nas ruas americanas e nas águas da Venezuela.
Pelo ano que agora termina prolongou-se um ambiente de putrefação moral saído de 2014, ano em que foi preso, por corrupção, um ex-primeiro-ministro