Património de Marques Mendes aumentou 512 mil euros de outubro a dezembro
O candidato esclarece que a alteração patrimonial deve-se a um acerto de contas na Abreu Advogados e à liquidação da empresa familiar.
O candidato esclarece que a alteração patrimonial deve-se a um acerto de contas na Abreu Advogados e à liquidação da empresa familiar.
Não faltam mordomias: piscinas aquecidas, spas, segurança 24 horas. As mensalidades dos condomínios disparam na mesma medida, até aos €3.000, que poucos portugueses podem pagar. Brasileiros e norte-americanos dominam a procura. E há quem viva em antigos cinemas e sedes de jornais, convertidos em habitação de luxo com concierges.
Candidato presidencial indicou um imóvel e um amendoal em Olhão. A prazo tem €75.995
Candidato indicou rendimentos como consultor e uma pensão da Caixa de Previdência de Advogados. Tem também uma moradia no Algarve.
Comprar bem e barato tornou-se uma utopia nos maiores centros urbanos. O mapa de pesquisa alarga-se agora a um raio de 55 km. Abrangidos pelos incentivos fiscais, jovens adquirem imóveis abaixo dos 300 mil euros. Seniores avançam para as trocas. Saiba como.
As letras escritas pelo vocalista dos GNR estão agora compiladas num livro. Paula Gomes-Ribeiro, musicóloga, ajuda-nos a desvendar os mistérios ali presentes.
Ministro declarou à Entidade para a Transparência alteração do estado civil e nova casa em Lisboa, que beneficiou da classificação de interesse público. Outra novidade no Governo: Pedro Duarte tinha €1,5 milhões em ações no estrangeiro, mas esses dados não eram públicos.
Não faltam casos com casas na política nacional e lá fora, sinal de relação complexa entre a política e o imobiliário – e da necessidade de fazer perguntas.
Foi apenas a 7 de março que Diogo Montenegro, filho do primeiro-ministro, notificou a autarquia lisboeta das obras de junção de dois apartamentos T1 num único apartamento duplex, localizado na Travessa do Possolo.
Talvez seja mesmo assim tão simples: a nossa crise política estúpida é um produto da nossa classe política estúpida.
"Tratamos todos os cidadãos, fazemos a fiscalização de forma idêntica", diz a autarquia referindo que a única diferença é que a presença de dirigentes municipais foi "por cortesia institucional".
Carlos Moedas disse que primeiro-ministro ia ser tratado como "outro cidadão lisboeta", mas nas imagens divulgadas pelo CM e CMTV vê-se que entre os técnicos está um assessor político: Henrique Galado, chefe de gabinete da vereadora do Urbanismo.
Em causa está o processo das obras de junção de dois apartamentos da família do primeiro-ministro, na Travessa do Possolo, na freguesia da Estrela, sobre o qual os vereadores do PS e do BE na Câmara de Lisboa solicitaram informações quanto à alegada isenção de controlo prévio a esta empreitada.
Comunicação foi feita quase dois meses após o início dos trabalhos.
A intervenção em causa destina-se à união de dois apartamentos T1 num duplex T2 e terá começado no final de novembro do ano passado.