A podridão dos concursos de recrutamento na Administração Pública
Quando vozes de diferentes quadrantes (académicos, antigos governantes, cidadãos comuns) convergem no diagnóstico, talvez seja tempo de deixar de fingir surpresa.
Quando vozes de diferentes quadrantes (académicos, antigos governantes, cidadãos comuns) convergem no diagnóstico, talvez seja tempo de deixar de fingir surpresa.
Para a Fenprof, os problemas nas escolas têm-se agravado porque o Governo continua a adiar medidas importantes.
A Inteligência Artificial não é um capricho tecnológico nem uma moda passageira. É uma revolução estrutural comparável à chegada da internet, dos motores de busca, do e-mail, do software estatístico, das bibliotecas digitais e dos smartphones.
Segundo a perspetiva histórica, os ludistas estavam certos no essencial, antecipando problemas sociais e económicos complexos e graves, mas estavam errados nos meios, e modos, de resolver o problema.
É a mesma data desde 1986, ano em que Mário Soares tomou posse como o 17.º Presidente da República.
Durante anos a fio os investigadores lecionam com contratos precários e sem remuneração. Académicos e sindicato referem “largas centenas” de casos. Universidades consideram que as aulas fazem parte do pacote remuneratório do contrato, um critério disputado por vários académicos.
A entrada no bar será exclusiva a atuais e antigos estudantes, docentes e funcionários.
Docentes pedem também um número máximo de 19 alunos por turma.
O secretário-geral salientou que os dados relativos à falta de docentes confirmam o agravamento da situação.
Enquanto nos digladiamos com as frivolidades quotidianas, ignoramos um problema de escassez estrutural que tratará de dinamitar as nossas parcas possibilidades de liderarmos o pelotão da economia do futuro, para a qual não estamos minimamente preparados.
Em nome de uma suposta “autonomia” das instituições de ensino superior, o Estado criou um regime que, na prática, promove a selva, a mediocridade, o compadrio e, em casos mais graves, a corrupção.
Metade dos 88 agrupamentos inquiridos diz ter chegado ao final do 1.º período com, pelo menos, um horário por preencher.
Questões em torno de conteúdos pedagógicos de cidadania e diversidade reabrem discussão sobre enquadramento psicológico e limites da intervenção escolar. Em causa está o vídeo da intervenção de uma munícipe numa sessão autárquica.
O secretário-geral explicou que o horário dos professores está dividido em componentes letiva, não letiva e de trabalho individual, que faz que os docentes trabalhem "mais de 50 horas por semana".
Além das propostas do Governo para o pacote laboral Trabalho XXI, o sindicato aproveita a paralisação para recordar reivindicações antigas.
Distância entre a residência e a escola tem de ser superior a 70 quilómetros.