Rússia envia para os EUA análises aos destroços dos drones que atacaram residência de Putin
Tudo terá acontecido na noite de 29 de dezembro.
Tudo terá acontecido na noite de 29 de dezembro.
O encontro em solo ucraniano deverá acontecer no dia 03 de janeiro, detalhou Zelensky, que voltou a acusar Moscovo de falsidade sobre um alegado ataque ucraniano a uma residência do Presidente russo, Vladimir Putin.
Esta viagem à Rússia terá lugar na sequência das negociações entre as delegações norte-americana e ucraniana na Florida, no domingo, consideradas "produtivas".
O porta-voz da presidência russa afirmou que "a russofobia está a florescer em toda a sua glória".
Marco Rubio garantiu aos jornalistas em Israel que o líder dos Estados Unidos ainda espera negociar um acordo de paz que envolva o presidente russo, Vladimir Putin.
A interferência denunciada pela Comissão Europeia e pelas autoridades da Bulgária aconteceu na tarde de domingo, quando o avião se preparava para aterrar no aeroporto da cidade de Plovdiv.
Quatro crianças estão entre as vítimas.
"É um processo longo, requer esforço e não é fácil", disse hoje o porta-voz da presidência russa, Dmitri Peskov.
Embora as autoridades russas tenham anteriormente referido que os cortes são realizados devido a ataques com 'drones', meios de comunicação social independentes indicam que estes também estão a ser realizados para testar cortes com o objetivo de censura ou perante possíveis protestos.
O presidente dos EUA anunciou na segunda-feira um acordo para o envio de armamento à Ucrânia, incluindo as baterias antimísseis Patriot.
Os russos e os ucranianos reuniram-se em Istambul na segunda-feira, para uma segunda ronda de negociações sob mediação turca, após uma primeira reunião em 16 de maio.
No domingo, Trump tinha expressado desagrado com a falta de avanços nas negociações para um cessar-fogo na Ucrânia e com a continuação dos ataques russos contra território ucraniano.
"A Ucrânia pode agora defender-se, por exemplo, atacando posições militares na Rússia", disse Merz, embora tenha evitado esclarecer se o seu Governo entregará mísseis de longo alcance Taurus à Ucrânia, como tinha prometido antes de se tornar chanceler.
"Se Vladimir Putin se recusar a ir à Turquia, será o último sinal de que a Rússia não quer pôr fim a esta guerra, que não está disposta a negociar", defendeu o chefe do gabinete presidencial ucraniano.
"Vladimir Putin reafirmou que o lado russo estava pronto para retomar o processo de negociação com a Ucrânia sem quaisquer condições prévias", disse Dmitri Peskov, citado pela imprensa russa.
Presidente ucraniano acrescentou que, se não aceitar a extensão da pausa nas hostilidades e uma trégua nos ataques aéreos, a Rússia demonstrará mais uma vez que o seu objetivo é "prolongar a guerra".