Ucrânia: Rússia admite escassez de gasolina na Crimeia após ataques ucranianos
O governador da Crimeia, Serguei Aksionov, assegurou que a situação deverá estabilizar no prazo de 30 dias.
O governador da Crimeia, Serguei Aksionov, assegurou que a situação deverá estabilizar no prazo de 30 dias.
Sergey Lavrov sublinhou que a Rússia está "disposta a desempenhar" neste processo "um papel de mediador, se for necessário", tal como o Presidente Vladimir Putin assegurou, mais do que uma vez.
Tudo terá acontecido na noite de 29 de dezembro.
O encontro em solo ucraniano deverá acontecer no dia 03 de janeiro, detalhou Zelensky, que voltou a acusar Moscovo de falsidade sobre um alegado ataque ucraniano a uma residência do Presidente russo, Vladimir Putin.
Esta viagem à Rússia terá lugar na sequência das negociações entre as delegações norte-americana e ucraniana na Florida, no domingo, consideradas "produtivas".
O porta-voz da presidência russa afirmou que "a russofobia está a florescer em toda a sua glória".
Marco Rubio garantiu aos jornalistas em Israel que o líder dos Estados Unidos ainda espera negociar um acordo de paz que envolva o presidente russo, Vladimir Putin.
A interferência denunciada pela Comissão Europeia e pelas autoridades da Bulgária aconteceu na tarde de domingo, quando o avião se preparava para aterrar no aeroporto da cidade de Plovdiv.
Quatro crianças estão entre as vítimas.
"É um processo longo, requer esforço e não é fácil", disse hoje o porta-voz da presidência russa, Dmitri Peskov.
Embora as autoridades russas tenham anteriormente referido que os cortes são realizados devido a ataques com 'drones', meios de comunicação social independentes indicam que estes também estão a ser realizados para testar cortes com o objetivo de censura ou perante possíveis protestos.
O presidente dos EUA anunciou na segunda-feira um acordo para o envio de armamento à Ucrânia, incluindo as baterias antimísseis Patriot.
Os russos e os ucranianos reuniram-se em Istambul na segunda-feira, para uma segunda ronda de negociações sob mediação turca, após uma primeira reunião em 16 de maio.
No domingo, Trump tinha expressado desagrado com a falta de avanços nas negociações para um cessar-fogo na Ucrânia e com a continuação dos ataques russos contra território ucraniano.
"A Ucrânia pode agora defender-se, por exemplo, atacando posições militares na Rússia", disse Merz, embora tenha evitado esclarecer se o seu Governo entregará mísseis de longo alcance Taurus à Ucrânia, como tinha prometido antes de se tornar chanceler.
"Se Vladimir Putin se recusar a ir à Turquia, será o último sinal de que a Rússia não quer pôr fim a esta guerra, que não está disposta a negociar", defendeu o chefe do gabinete presidencial ucraniano.