Escolas de vícios
As jotas partidárias têm má fama, mas as escolas já ensinam os piores podres da política.
As jotas partidárias têm má fama, mas as escolas já ensinam os piores podres da política.
O ministro anunciou ainda a criação de um grupo de trabalho para produzir “orientações para estes casos específicos e outros”.
Liam Ramos é uma das quatro crianças do distrito que foram detidas pelos agentes de imigração. Autoridades garantem que o pai é um "imigrante ilegal", mas defesa apresentou provas do contrário.
As multas aplicam-se aos casos de crianças que faltem mais do que cinco dias, injustificados, por ano letivo e começam nos 93 euros.
"Nós pedimos aos diretores que façam um esforço para que as aulas comecem, efetivamente, dia 12 de setembro", afirmou Fernando Alexandre.
Dentro das escolas, os professores são o elemento com maior impacto nas notas dos alunos, na sua probabilidade de ganhar ordenados mais altos em adultos, e até no crescimento da economia. Em suma, sem professores não há futuro. O estado a que chegámos era, pois, um Estado sem futuro.
A associação que representa os diretores escolares está a preparar um caderno de encargos que quer entregar ao ministro da Educação. Descentralização é um dos temas que carece de atenção.
Filinto Lima, representante dos diretores de escolas, lamenta que estes não tenham sido ouvidos, bem como pais e professores.
Pedro Sánchez, que conta também com o apoio do Sumar e de separatistas do País Basco e da Galiza, conseguiu um acordo com os catalães do ERC e Junts per Catalunya em troca de amnistia para os condenados pelas tentativas da Catalunha de ser independente desde 2012.
Nunca num conflito tinham morrido tantos funcionários da organização chefiada por António Guterres. Desde 7 de outubro, 102 pessoas morreram.
A newsletter de segunda-feira
Sindicatos alertam que há mais de 900 escolas públicas de portas abertas para receber os participantes na Jornada Mundial da Juventude e temem constrangimentos. Diretores de escolas recusam ideia e dizem que planeamento está a decorrer "sem problemas".
Filinto Lima diz que que os diretores estão "no meio de dois fogos" e destacou que as funções que exercem "merecem o apoio efetivo" do Ministério da Educação.
Dirigentes de associações de professores acusam o Ministério da Educação de sobrecarregar as escolas, e dizem que serviços mínimos "não dão sinais positivos" às negociações.
Há várias áreas do Estado que nos próximos anos vão perder 40% a 50% dos funcionários para a reforma. Ruturas em serviços essenciais já são visíveis.
Ver hoje professores, de todas as idades, de todas as áreas e de todo o País, a fazerem cordões humanos à entrada das escolas é algo que devia fazer corar de vergonha este Governo, este ministro. Mas isso talvez seja pedir muito.