Donald Trump acredita que pode "dar a volta" a Cuba
O republicano elogiou o papel do chefe da diplomacia norte-americana, o secretário de Estado Marco Rubio, de ascendência cubana, quando questionado sobre as ações de Washington em relação à ilha.
O republicano elogiou o papel do chefe da diplomacia norte-americana, o secretário de Estado Marco Rubio, de ascendência cubana, quando questionado sobre as ações de Washington em relação à ilha.
Ratcliffe deslocou-se à capital cubana Havana para manter conversações diretas com funcionários do Ministério do Interior e responsáveis pelos serviços de informação da ilha.
As provas apresentadas pela delegação cubana "demonstram categoricamente que a ilha não representa qualquer ameaça à segurança nacional dos EUA".
Desde janeiro que Washington pressiona Cuba para abrir significativamente a economia e reformar o seu sistema político, aplicando novas sanções e fazendo até ameaças de intervenção militar.
Trump referiu-se à possibilidade de os Estados Unidos “assumirem o controlo” de Cuba num futuro próximo, chegando mesmo a sugerir uma hipotética intervenção militar após o fim de uma ofensiva contra o Irão.
Na sequência das ameaças de invasão por parte de Donald Trump.
Durante um jantar privado do Forum Club, na Florida.
O presidente norte-americano alega que Cuba é "uma ameaça extraordinária" para a segurança dos Estados Unidos e decide sancionar bancos estrangeiros que colaboram com o Governo Cubano.
Atualmente existem 1.200 presos políticos no sistema prisional do país e o relato de maus tratos, humilhação, fome e abusos por parte de Alexander Díaz Rodríguez ao jornal espanhol ABC não é um caso isolado.
Com quatro rondas por disputar o conjunto de Vincent Kompany ficou com 15 de avanço.
O ministro da Energia russo referiu que a decisão foi tomada após uma reunião realizada em São Petersburgo com representantes cubanos.
Ao camarada Pablo Iglesias juntaram-se Javier Sánchez (Podemos) e Gerardo Pisarello (Sumar), que também preferiram voar a ser navegados.
O coordenador da ONU em Cuba especificou que o plano de 81,4 milhões de euros foi proposto para manter em funcionamento os serviços essenciais destinados às pessoas mais vulneráveis do país e "salvar vidas".
Mergulhado numa crise profunda, 60 anos depois da revolução, o país lida com uma mudança iminente imposta pelos Estados Unidos, em moldes por definir.
As tensões entre os Estados Unidos e Cuba intensificaram-se este ano, após a captura e a detenção do anterior Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em janeiro deste ano, por parte das forças norte-americanas, num ataque em Caracas.
O ministro cubano denunciou o recente endurecimento do embargo imposto à ilha, no qual Washington ameaçou impor tarifas a qualquer país que venda petróleo a Cuba.