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Até ao próximo domingo.
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Esta quinta, 19 de março, celebra-se o Dia do Pai. Escolhemos alguns presentes para oferecer ao melhor do mundo
Nem todos os pais dizem o que querem receber. Mas todos acabam por usar tecnologia todos os dias.
E assim chegamos ao fatídico dia: 28 de julho de 1995. Depois da tragédia, D. Alice percebeu que, na véspera, o patrão estivera a escrever um conjunto de cartas, uma das quais destinada a ela própria. Outras, a vários poetas. Pedia desculpa pelo transtorno. O sangue das vítima sujara toda a casa. Os filhos ingleses só souberam anos depois e ainda procuram respostas.
Se ainda ainda não tem planos para o dia 19 de março, fique com as nossas sete sugestões e aproveite para celebrar com os pais da melhor forma - à volta da mesa.
Se ainda não sabe o que oferecer no Dia do Pai, fique com as nossas sugestões. De chocolates a perfumes, ténis e pijamas, há presentes para (quase) todos os gostos.
Um grande pai merece uma grande garrafa. A pensar nisso, selecionámos oito referências, entre brancos, tintos, rosés e Portos, que fazem jus à ocasião.
Acidente matou 62 pessoas, incluindo uma portuguesa. Muitas publicaram nas redes sociais antes da viagem. Gelo poderá ter levado ao desastre.
Entre as cozinhas portuguesa, italiana, brasileira e peruana, não faltam opções para levar os pais a jantar a 19 de março. Sugerimos-lhe oito.
Dois chefs, José Avillez e Kiko, um ator, José Raposo, e um humorista, Nilton, revelam onde gostam mais de jantar com os filhos, sugerem as melhores mesas para dia 19 e lembram memórias em família.
'Puzzles'", chocolates, novas fragrâncias, cremes hidratantes e vinhos para brindar: estas são as nossas sugestões para celebrar e surpreender os pais no dia deles.
"Haja Deus, se Deus quiser" é o último livro do ator e autor Virgílio Castelo. Adquira o livro por apenas 15,30€ e por ser assinante SÁBADO pode recebê-lo autografado pelo autor. Para si ou para oferecer no Dia do Pai não perca esta oportunidade: peça já o seu livro até dia 30 de março.
Dois irmãos, de 12 e 4 anos, desapareceram sem deixar rasto. Sílvio Mendes, emigrante em França, queixa-se de ter sido abandonado pela justiça portuguesa.
O economista espanhol diz que a liberdade de expressão está em risco. Defende no seu livro dos cancelados que o politicamente correto se assemelha à revolução cultural chinesa e que a polarização é um negócio para alguns ativistas.
Continuou sempre a acordar às 6h, a acompanhar as cotações nas bolsas e a fazer provas dos lotes de café. Trabalhou quase até morrer: “Quero sentir o palpitar do coração”.