Acidente de comboio em Espanha que matou 45 pessoas causado por fissura num carril
Resultados do relatório preliminar da Comissão de Investigação de Acidente Ferroviários revelam mais detalhes sobre o acidente que ocorreu no domingo.
Resultados do relatório preliminar da Comissão de Investigação de Acidente Ferroviários revelam mais detalhes sobre o acidente que ocorreu no domingo.
Causas do acidente ainda estão a ser apuradas. Sabe-se, por enquanto, que o comboio não descarrilou.
Equipa de resgate utilizou, esta terça-feira, máquinas para mover carruagem do comboio ‘Iryo’ que descarrilou em Córdoba, Espanha.
Gravações obtidas através da “caixa negra” do comboio revelam que o maquinista tentou parar a circulação nos carris mas já era tarde demais.
O acidente fez 41 mortos e centenas de pessoas ficaram feridas, 39 continuam hospitalizadas, das quais 13 estão nos cuidados intensivos.
Colisão de comboios no sul do país matou 41 pessoas e deixou dezenas de feridos.
Ana, uma passageira do comboio envolvido no violento acidente ferroviário deste domingo, no sul de Espanha, descreveu momentos de pânico e impotência após o choque que matou pelo menos 39 pessoas. A mulher seguia viagem com a irmã e o cão, que continua desaparecido, quando o comboio descarrilou e colidiu com outra carruagem.
Segundo a empresa a composição tinha 289 passageiros, quatro tripulantes e um maquinista a bordo
Colisão provocou pelo menos 39 mortos.
Um total de 73 pessoas continuam internadas, 24 das quais em estado grave, e entre estas quatro menores.
A Guardia Civil diz que há feridos, mas o número exato ainda está por confirmar, bem como o número de mortos. O serviço entre a Andaluzia e Madrid está suspenso.
O ano que termina visto pelo cartoonista Vasco Gargalo.
Cinco dos 36 feridos hospitalizados estão em estado grave.
Aluimento de terras está na origem do descarrilamento. Composição transportava 16 pessoas, mas há apenas um ferido ligeiro.
O representante legal da MNTC -- Serviços Técnicos de Engenharia (MAIN) vai ser inquirido na qualidade de testemunha pelo MP.
O presidente da Câmara de Lisboa aponta para as causas técnicas "e não políticas" do acidente.