Médio Oriente: Damasco e Curdos anunciam acordo global
As novas autoridades islamistas, que derrubaram Bashar al-Assad, em dezembro de 2024, pondo fim a uma longa guerra civil, estão determinadas a estender sua autoridade a toda a Síria.
As novas autoridades islamistas, que derrubaram Bashar al-Assad, em dezembro de 2024, pondo fim a uma longa guerra civil, estão determinadas a estender sua autoridade a toda a Síria.
Segundo o comunicado, "os dois presidentes afirmaram a importância de preservar a unidade e a independência do território sírio".
Uma capital de nove milhões sem água, uma economia a afundar-se, uma oposição sem programa ou união, um país a esvair-se em protestos sem solução clara à vista.
Os confrontos, os mais violentos em Alepo desde a queda de Bashar al-Assad, em dezembro de 2024, causaram a morte de pelo menos 21 civis desde terça-feira e obrigaram à fuga de aproximadamente 155 mil pessoas, segundo dados oficiais.
Estas negociações estão a ser realizadas em Paris, com mediação norte-americana.
Ao câmbio de hoje, um euro vale 13 mil libras sírias.
Foi sempre a cidade que Bashar al-Assad não conseguiu dominar. Ahmed al-Sharaa tomou o poder da região como um terrorista ligado à Al-Qaeda que raptava cristãos e executava prostitutas. Há um ano, saíu de lá mais moderado para derrubar o regime e assumir os destinos do país. O que se passou em Idlib para o presidente mudar?
Presidente sírio está nos EUA para tentar que as últimas sanções sejam levantadas. Trump tem-se mostrado agradado com a governação do antigo militante da al-Qaeda.
Ahmed al-Shaara vai a Washington para se encontrar com Donald Trump e se juntar a uma coligação liderada contra o Estado Islâmico.
Entre os objetivos do plano está o de levar a julgamento os responsáveis pelos ataques contra a população e bens civil e garantir o fluxo de ajuda humanitária e médica.
Hayya entrou para o Hamas com apenas 27 anos e hoje é o líder e principal negociador do grupo. Apesar de relatos darem conta da sua morte, terá escapado a mais um ataque israelita.
A violência intercomunitária na Síria entre combatentes tribais sunitas, beduínos e drusos fez mais de 700 mortos desde 13 de julho.
O primeiro-ministro admitiu que o ataque a uma igreja foi um "erro" de Israel.
Os ataques teriam levado "a uma escalada em larga escala, se não fosse a intervenção efetiva da mediação americana, árabe e turca, que salvou a região de um destino desconhecido", afirmou Ahmed al-Sharaa na sua primeira declaração pública depois dos ataques.
Israel efetuou na quarta-feira múltiplos ataques na Síria, incluindo dois na capital, Damasco, contra o quartel-general do exército sírio e outro junto ao palácio presidencial.
Israel efetuou hoje múltiplos ataques na Síria, incluindo dois na capital, Damasco, contra o quartel-general do exército sírio e outro junto ao palácio presidencial.