Detidos no caso da esquadra do Rato começam a ser ouvidos quinta-feira de manhã
Muitos dos abusos foram filmados e partilhados em grupos de WhatsApp com dezenas de outros agentes.
Muitos dos abusos foram filmados e partilhados em grupos de WhatsApp com dezenas de outros agentes.
Muitos dos abusos foram filmados e partilhados em grupos de WhatsApp com dezenas de outros agentes.
Entre os detidos encontram-se 15 agentes da PSP, um deles chefe, e um segurança de discoteca.
A juíza considerou que a acusação tem "indícios suficientes" de que os polícias cometeram os crimes de que estão acusados pelo Ministério Público e que existe uma "séria probabilidade" de serem condenados no final do julgamento.
A juíza considerou que a acusação tem "indícios suficientes" de que os polícias cometeram os crimes de que são acusados.
Na quarta-feira, as autoridades detiveram sete agentes da PSP na sequência da investigação a crimes de tortura grave, violação, agressões e abuso de poder na Esquadra do Rato, em Lisboa.
Falámos com dirigentes sindicais, que apontam causas e preocupações, defendem o principio da inocência, mas são claros quanto ao que fazer em caso de condenação.
Agentes foram detidos na Esquadra do Rato, em Lisboa.
Estão ambos em prisão preventiva.
Factos terão ocorrido na esquadra do Largo do Rato e envolvem agressões violentas e sevícias sexuais.
"Até ao momento, encontram-se denunciados cerca de uma dezena de ilícitos", acrescentou a PGR, referindo ainda que foi a PSP que denunciou os factos em investigação.
Manuel Lage, comandante da Polícia Municipal de Sintra, está a ser alvo de uma série de reportagens do programa Investigação SÁBADO que mostram um clima de terror laboral na corporação, entre outras alegadas irregularidades. Autarquia presidida por Basílio Horta (PS) abriu inquérito, mas mantém Manuel Lage no cargo
Os prejuízos causados pelo aumento generalizado dos preços e os ecos da Guerra na Ucrânia.
Em causa, um suposto crime que nunca terá ocorrido e que terá sido forjado pelo comandante da Polícia Municipal de Sintra. Em Faro, o Ministério Público investiga um caso em que comandante dos bombeiros terá dado ordem à corporação para a piscina do clube de motas a que preside.
Áudios obtidos pela Investigação SÁBADO mostram provas de crimes de tortura e abuso de poder relativos ao comandante municipal da Câmara de Sintra. Presidente da Câmara de Sintra recusou fazer comentários.
Não perca amanhã, dois casos que se passam sob a alçada de duas câmaras: Faro e Sintra. A sul do País há a suspeita de que os carros tanque dos bombeiros são usados para encher piscina privada. Já em Sintra, é o líder da Polícia Municipal que está sob suspeita de tortura, ofensa à integridade física qualificada e abuso de poder.