Espanha garante crescimento com imigrantes, Portugal dificulta integração
Newsletter de segunda-feira.
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Madrid vai legalizar meio milhão de imigrantes ilegais para garantir o crescimento económico. Em Portugal, os imigrantes enfrentam dificuldades para se legalizarem.
Pode estar fora de moda, mas, como Mário Soares também dizia, um político assume-se. Eu sou socialista e este artigo não é sobre as eleições – é um remédio para um dos seus sintomas. É o elogio que o socialismo merece.
A convergência de fatores externos e internos vai continuar a pressionar os decisores europeus à medida que o crescimento económico continua morno, a erosão de consensos e as pressões sobre os governos se intensificam, a competição por recursos naturais acelera, a crise climática não abranda e os ataques híbridos e a insegurança cibernética passam a ser mais frequentes.
Há uns anos, perante uma mudança de residência para o outro lado do Tejo recebiam-se apenas comentários preconceituosos. Porém, longe vai a imagem de dormitório da capital – hoje, todos realçam a vida sossegada e o preço mais acessível das casas. Mas ainda há grandes projetos pensados para o território, que teimam em não sair do papel.
Parlamento Europeu aprovou o envio do acordo do Mercosul para o Tribunal de Justiça para parecer sobre compatibilidade com tratados europeus, após votação renhida.
No discurso que proferiu no Fórum de Davos o presidente norte-americano voltou a manifestar a intenção de abrir negociações pelo território. "Nenhum país está em posição de garantir a segurança da Gronelândia, tirando os EUA"
Portugueses vão às urnas no dia 18 de janeiro. Isto é o que defende cada candidato presidencial nos temas da saúde, imigração, habitação ou defesa.
António José Seguro recebeu um presente de Jorge Pinto, que na prática deixou de ser candidato. Cotrim foi funambulista na direita. Gouveia e Melo agarrou na ameaça Trump para fazer valer as suas credenciais - e não largou Marques Mendes, que teve mais uma noite difícil. Os mais pequenos propuseram nacionalizar os lucros da banca e construir 100 mil casas por ano. E houve Manuel João Vieira.
Falta de mão-de-obra e o envelhecimento da população pressionam mercado laboral.
Prometeu que será mais curta devido à proximidade das eleições presidenciais.
Esta conta está errada logo desde o início. A estratégia da senhora Ministra de culpar as forças de segurança é errada e é muito grave !
O primeiro-ministro defendeu que Portugal vive um momento de viragem em que tem de trocar a "mentalidade do deixa andar" pela da superação.
Luís Montenegro deixou ainda uma palavra especial "aos que se encontram sozinhos ou que vivem momentos de maior fragilidade".
Desde o seu primeiro mandato, o chefe de Estado republicano manifestou a vontade de limitar estes vistos, a fim de dar prioridade aos trabalhadores norte-americanos.
Enquanto os cidadãos sabem o que move e o que pensa a extrema-direita, da esquerda obtém-se um “nim” em vários assuntos. Isso revela uma fraqueza que afasta mais do que os pormenores programáticos em causa.