Começar de novo. Ainda os cem anos do 28 de maio de 1926
A Iª República acabou por constituir uma “rampa de lançamento” para a Ditadura Militar que se iniciou a 28 de maio de 1926.
A Iª República acabou por constituir uma “rampa de lançamento” para a Ditadura Militar que se iniciou a 28 de maio de 1926.
José Carlos Almeida é recordado pelo seu partido pela participação, em 1958, na comissão de jovens da candidatura de Arlindo Vicente e, depois, de Humberto Delgado às eleições presidenciais
“É um privilégio poder contar com a sua sabedoria e com a sua inabalável fidelidade aos valores que nos unem”, disse.
O histórico socialista continua a publicar e a participar na vida política e cívica.
Durante a ditadura, Carlos Brito passou dez anos na clandestinidade e oito anos na prisão. A seguir ao 25 de Abril esteve 16 anos na Assembleia da República.
Para instalar a corte, muitos proprietários tiveram que abandonar as suas casas em 24 horas - a alternativa era a prisão. Passou a haver cabeleireiras e modistas, fizeram-se fábricas e restaurantes. D. João VI libertou e perdoou pelo menos dois escravos.
O caso remonta a 2017 e envolveu um assalto aos Paióis Nacionais de Tancos, de onde desapareceu armamento do Exército Português.
Já agora, considero importante repetir, pela enésima vez, que, em termos de ciência política, quer se queira quer não, o PREC foi apenas uma crise revolucionária e não, como muitos afirmam, de ambos os lados do espectro político nacional, uma revolução falhada).
Para o professor catedrático José Miguel Sardica, o início da revolução começou em 1961 e foi concluída com a adesão de Portugal à então Comunidade Económica Europeia, em 1986.
A 25 de abril de 1976 entrava em vigor a nova Constituição e votavam 5 milhões e meio de portugueses. Soares derrotou Sá Carneiro e chegou a primeiro-ministro.
Estamos, felizmente, muito longe dos tempos miseráveis do Estado Novo e talvez ainda haja memória colectiva suficiente do modo como essa corja de patifes tratava os portugueses e, sobretudo, as portuguesas.
"Ela foi interrogada, a certa altura pelo inspetor Sacchetti, que depois interroguei na Comissão de Extinção da PIDE", conta o jornalista.
Além de acompanhar a mãe nas visitas à prisão de Caxias, Miguel Sousa Tavares tinha a missão de a ajudar na redação das cartas e na "tradução" das mensagens enviadas pelo pai.
A Constituinte sobreviveu a um cerco (que Pinheiro de Azevedo alvitrou terminar à bomba), golpes e contra-golpes, a deputados sem salário e a muitos berros de “fascista”. Terminou em júbilo e hino: cumpriu a missão.
No 25.º Congresso Nacional do partido, que decorre em Viseu.
António José Seguro tem tudo para ser o que Marcelo Rebelo de Sousa não foi. Bem nos faz falta.