Portugal admite participar como observador no Conselho de Paz criado por Trump
Segundo admitiu fonte do governo esta quinta-feira.
Segundo admitiu fonte do governo esta quinta-feira.
Desde o início da guerra em Gaza, desencadeada pelo ataque do movimento islâmico Hamas ao território israelita a 07 de outubro de 2023, a violência disparou na Cisjordânia, um território ocupado por Israel desde 1967.
A maior entrada de sempre em Bolsa de uma empresa que vende armas, as aeronaves da Tekever a apoiar as forças ucranianas e os fundos de investimento que já não excluem o setor militar. A defesa vale cada vez mais dinheiro.
O futuro da segurança da Europa foi discutido esta terça-feira, 27 de janeiro, na Fundação Calouste Gulbenkian.
Presidido por Donald Trump, o Conselho de Paz enviou convites de adesão a vários países, incluindo Portugal, sendo que o preço de um lugar permanente é de mil milhões de dólares.
Já o presidente russo anunciou que o seu Ministério dos Negócios Estrangeiros está a estudar o convite.
Decisão assinada por Benjamin Netanyahu foi apenas apoiada pelo Taiwan. Liga Árabe reúne no domingo.
O historiador judeu-árabe defende a ideia de um estado com direitos iguais para todos. Reconhece o direito de Israel, mas acusa Netanyahu de genocídio. E diz que não apoia o Hamas
Benjamin Netanyahu tem sugerido que o reconhecimento da Palestina vai originar uma resposta unilateral que pode incluir a anexação de partes da Cisjordânia.
Pedido surge três dias depois de um ataque sem precedentes de Israel no Qatar.
São mais de 500 quilómetros de túneis subterrâneos construídos ao longo de 40 anos e podem ser o próximo cenário da guerra, visto que Israel já domina 75% do território de Gaza à superfície.
O Gabinete de Segurança do Governo de Israel aprovou um plano militar proposto pelo primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, para ocupar a cidade de Gaza, no norte do enclave.
Até porque os primeiros impulsos enganam. Que o diga o New York Times, obrigado a fazer uma correcção à foto de uma criança subnutrida nos braços da sua mãe. O nome é Mohammed Zakaria al-Mutawaq e, segundo a errata do jornal, nasceu com problemas neurológicos e musculares.
O Canadá pretende reconhecer o Estado da Palestina na Assembleia Geral das Nações Unidas em setembro, anunciou o primeiro-ministro canadiano.
França anunciou na semana passada que dará esse passo na Assembleia Geral da ONU, em setembro, e o Reino Unido poderá fazer o mesmo.