GNR intensifica apoio aos peregrinos que se deslocam para Fátima
Para as celebrações de 12 e 13 de maio.
Para as celebrações de 12 e 13 de maio.
A GNR fiscalizou 751.066 condutores, tendo resultado na deteção de 165.251 contraordenações rodoviárias durante este ano.
Segundo a PSP, 680 destas multas são contraordenações muito graves, 7.616 graves e 2.320 leves.
As propostas do ACP para alterações ao Código da Estrada (CE) surgem depois de um aumento substancial de mortos e feridos graves em acidentes rodoviários durante a Páscoa.
A reativação da Brigada de Trânsito da GNR, extinta há quase 20 anos, foi uma das medidas para reduzir a sinistralidade rodoviária.
No cargo há menos de dois meses, o ministro da Administração Interna definiu a sinistralidade rodoviária como uma das batalhas a travar. Além do regresso da Brigada de Trânsito da GNR, Luís Neves promete mais meios, mais radares e menos tolerância.
Estudo da Autoridade Nacional da Segurança Rodoviária alerta para o flagelo.
Em 2.602 acidentes rodoviários.
Foram detidas quase 200 pessoas por conduzirem com excesso de álcool no sangue e 59 por conduzirem sem carta.
Foram ainda detidos 59 suspeitos por crimes contra a propriedade (furtos, roubos e burlas) e 92 por tráfico de estupefacientes, tendo sido apreendidas mais de 11.595 doses individuais de droga.
A GNR adiantou ainda terem sido detetadas 1.389 contraordenações rodoviárias, das quais 374 por excesso de velocidade.
As alterações, aprovadas pela Câmara Municipal de Sintra, determinam a "revogação de uma proposta de 2023 que criou zonas de estacionamento exclusivo destinadas aos veículos de animação turística de até nove lugares".
Segundo Mário de Morais, Diretor Geral da Bolt Portugal, a plataforma procura "ativamente formas de apoiar melhor" as pessoas que colaboram com ela, considerando que esta iniciativa "é mais um passo" nesse sentido.
A GNR indica que este ano, até dia 23 de março, já foram detetados a circular sem inspeção mais de 17.000 veículos, sendo que apenas em janeiro foram registados 6.782 casos.
Governo do país mobilizou o exército, para garantir o abastecimento e o transporte de combustível.
Com o bloqueio do Estreito de Ormuz, o barril de petróleo custa agora mais de 100 dólares.