Exéquias de Mário Zambujal têm início no sábado
O velório do autor de “Crónica dos Bons Malandros” tem início no sábado, às 17h, na Basílica Estrela, onde é celebrada missa às 20h.
O velório do autor de “Crónica dos Bons Malandros” tem início no sábado, às 17h, na Basílica Estrela, onde é celebrada missa às 20h.
Escritor ficou conhecido pelo seu livro "Crónicas dos Bons Malandros". No jornalismo, colaborou com a RTP, o Record ou A Bola e participou ainda em programas de rádio.
Na mesma mensagem, o Livre endereça ainda as suas sentidas condolências à família e amigos do escritor, que morreu hoje aos 83 anos.
Para o presidente da Liga, "é bom que o novo ministro da Administração Interna não esteja tão afastado daquilo que são as circunstâncias atuais e os problemas dos bombeiros".
Andou pelo mundo como guitarrista de Amália Rodrigues, ganhou fama a cantar nos festivais da canção mas quis voltar às origens no fado. Aos 68 anos e 50 de carreira, diz que não pode dar-se ao luxo de parar de trabalhar.
Da cultura à política, recordamos as figuras públicas portuguesas que marcaram o País e morreram no ano que agora termina.
Segundo a RTP foi vítima de Gripe A. Tinha 86 anos.
A ambição de identificar uma possível essência individual do mal fascinou naturalmente os psiquiatras que analisaram os detidos nazis de Nuremberga.
A filha do ex-presidente questiona: "Quem perseguiu José Eduardo dos Santos tem legitimidade para fazer reconciliação em Angola?"
O ex-futebolista foi, esta terça-feira, condecorado com o título de cavaleiro pelo rei Carlos III. A cerimónia decorreu no Castelo de Windsor e Beckham mostrou-se muito emocionado com a distinção.
Tinha 88 anos e terá morrido de "causas naturais".
Borges Coelho morreu numa unidade de saúde de apoio onde estava a ser acompanhado, na sequência de uma infeção respiratória.
No restaurante do hotel Yeatman, em Gaia - um dos oito com duas estrelas Michelin do País -, a criatividade "está lá em cima" depois de uma "quebra". Fomos conhecer o novo menu.
O novo chairman da TAP foi condecorado pelo Presidente da República antes dos 30 anos e foi secretário de Estado de Passos Coelho mas nunca pegou numa empresa com a dimensão da companhia aérea portuguesa.
Mostrou um país a preto e branco que se transformou com a Revolução de Abril. Fotografou rostos anónimos e celebridades com a nobreza exigida em cada momento e fez da máquina fotográfica a sua arma.
Eduardo Gageiro morreu esta madrugada, em Lisboa, aos 90 anos.